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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

O Meu Avó, o Meu Pai e Eu - Teatro sobre o 25 de abril

Companhia de Teatro de Santo Tirso, na Escola Secundária de Barcelinhos.

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No passado dia 26 de abril, o Grupo de Teatro de Santo Tirso veio à nossa escola com uma peça de teatro, no âmbito do programa das comemorações do 25 de abril, com uma excelente representação da "história" do 25 de abril e dos conflitos entre um pai, submisso ao regime Salazarista e um  filho revoltado contra o sistema e ávido de liberdade. A peça em si faz uma retrospetiva muito interessante do país "cinzento" e atrasado que existia, sob a alçada de um regime que se intitulava de "Estado Novo", mas que deixou muitas gerações ostracizadas e sujeitas a uma ignorância coletiva, que foram aceitando durante 48 anos, como algo que tinham que passar, para se cumprir a máxima do regime: "Deus, Pátria, Família" e "Tudo pela Nação, Nada contra a Nação. No diálogo dos atores é percetível a viagem histórica dos acontecimentos, até nas vésperas de Revolução de Abril, e a leitura antagónica que duas gerações, pai e filho, do país, com um excelente texto.

O argumento, da autoria do ator, António Rodrigues, aborda conteúdos programáticos de Português e de História contribuindo, desta forma, para um entendimento mais próximo da realidade, sobretudos para aqueles que, à época, ainda não tinham nascido....

No final os alunos apreciaram a peça e, seguramente, que terão saído mais informados sobre a distância do país que hoje vivem e o país que existia antes do 25 de abril.

 

 

Teatro. O meu avô, o meu pai e eu - uma história da revolução

Celebrar os 45 anos da revolução de abril.

Auditório da ESBarcelinhos, 26 de abril, às 10 horas.

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O meu avô, o meu pai e eu – uma história da revolução” retrata as condições de vida em Portugal durante a ditadura de Salazar e os principais acontecimentos que conduziram ao dia 25 de abril de 1974. Inspirado em “As portas que abril abriu”, de José Carlos Ary dos Santos, esta peça viaja até 1975 a uma sala de estar onde pai e filho, recordando a história recente de um país saído de uma revolução, vão esgrimindo argumentos e considerações, criando momentos de conflito ao reviver a história. Um pai que ainda vive segundo o trinómio “Deus, Pátria e Família”. Um filho que reclama os valores de abril. Um país que vive em instabilidade política e social após 48 anos de ditadura. E a história narrada dentro de uma história.

Texto: António Rodrigues | Encenação: CTST |

Som e luz: Rosa Pereira, Sara Salgueiro

Interpretação: António Rodrigues e Sérgio Macedo  

Teatro: O meu avô, o meu pai e eu - Uma história da revolução

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O meu avô, o meu pai e eu – uma história da revolução” retrata as condições de vida em Portugal durante a ditadura de Salazar e os principais acontecimentos que conduziram ao dia 25 de abril de 1974. Inspirado em “As portas que abril abriu”, de José Carlos Ary dos Santos, esta peça viaja até 1975 a uma sala de estar onde pai e filho, recordando a história recente de um país saído de uma revolução, vão esgrimindo argumentos e considerações, criando momentos de conflito ao reviver a história. Um pai que ainda vive segundo o trinómio “Deus, Pátria e Família”. Um filho que reclama os valores de abril. Um país que vive em instabilidade política e social após 48 anos de ditadura. E a história narrada dentro de uma história.

Texto: António Rodrigues | Encenação: CTST |

Som e luz: Rosa Pereira, Sara Salgueiro

Interpretação: António Rodrigues e Sérgio Macedo  

 

 

Guia geral de exames 2019

Guia geral de exames 2019 | júri nacional de exames

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QUAIS SÃO OS OBJETIVOS DESTA PUBLICAÇÃO?

  • Divulgar informação relativa aos cursos e exames finais nacionais do ensino secundário,
    incluindo a que se refere à sua articulação com o acesso ao ensino superior.
  • Apresentar, em linhas gerais, o sistema de acesso ao ensino superior em 2019.
  • Responder às questões que, sobre estas matérias, mais frequentemente são colocadas por estudantes, pais, encarregados de educação e professores.
  • Disponibilizar as informações necessárias para uma correta inscrição e realização dos exames finais nacionais do ensino secundário, com efeitos na conclusão de curso e acesso ao ensino superior. 

in: Blogue RBE

Dia Mundial da Poesia, da Árvore e da Floresta

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 FLORESTAS – UMA RIQUEZA A PROTEGER DOS INCÊNDIOS

No dia 21 de março, a turma B do sétimo ano organizou uma atividade subordinada ao tema: Florestas – uma riqueza a proteger dos incêndios. Os alunos apresentaram, na biblioteca escolar António Ferraz, o projeto que desenvolveram, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

O grande objetivo do projeto foi aumentar o conhecimento sobre a floresta e sobre um problema nacional que a afeta e coloca em risco – os incêndios.

O dia foi selecionado para, simultaneamente, comemorar o Dia Mundial da Árvore, o Dia Mundial da Floresta e o Dia Mundial da Poesia.

A turma preparou uma pequena exposição com os trabalhos elaborados, apresentou uma palestra sobre a temática e promoveu um jogo didático onde participaram todos os alunos do sétimo ano de escolaridade. Desta forma, os alunos procuraram compreender melhor a realidade, sensibilizar os colegas para esta problemática para terem agora e no futuro capacidade de agir e intervir, corretamente.

Seguiu-se o hasteamento da bandeira da Ecoescolas  e a plantação de uma árvore no espaço exterior.

 

 

Dia Mundial da Poesia - Aurelino Costa

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"La poesía es um arma cargada de futuro", disse o poeta espanhol Gabriel Celaya!

Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, a Beaf convidou  AURELINO COSTA; poeta e diseur, advogado de profissão, licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Unidade de Coimbra. Tem uma obra extensa e diversificada que vai da produção poética, à narração, discografia, participação em filmes e documentários fílmicos. Nasceu em  Argivai, Póvoa de Varzim, em dezembro de 1956. O seu mais recente livro, “Gadanha” lançado em maio de 2018, está nomeado para o Prémio Autores 2019 da SPA.

Diz-se poeta da Terra embora o Mar espreite ao longe. Fala do tempo e da morte; da sonolência e da preguiça do domingo; da infância e da Natureza; do gado, da lavoura e dos instrumentos agrícolas. 

Para o poeta Aurelino Costa: "A escrita é fascinação mas começa por ser uma atração". 

"A Poesia tem o gozo da Palavra. Tem a metáfora e a alegoria". "A Poesia é um encontro, uma permanência – uma existência …." E, ele gosta de existir nesse tempo. 

Foi no polivalente da Escola Secundária de Barcelinhos que cerca de 160 alunos ouviram este homem, apaixonado pela poesia e pela vida, dizer poemas seus e de outros poetas nacionais, num encontro informal, simpático e por vezes arrebatador. Alunos e professores  testemunharam o entusiasmo que coloca nas palavras e a alegria que transmite ao falar da vida e da poesia. Houve, ainda, tempo  para desafiar os alunos a dizer poesia. E foram vários os momentos em que os alunos recitaram poemas seus e de outros poetas, colhidos da Árvore da Poesia, num ambiente muito aconchegante e descontraído.

Aurelino fala com o coração, com os olhos e com as mãos. E nós embasbacamos com a alegria e serenidade que transmite, porque sabemos que  “Escreverá e declamará até morrer”.

Obrigada Aurelino.