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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Dia do certificado.

Reconhecer e premiar!

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Vencedores do concurso "Leitor do Mês"

Com o objetivo de reconhecer o trabalho desenvolvido pelos alunos e professores, a ESBarcelinhos organizou o "Dia do Certificado". Com esta iniciativa pretende-se destacar todos aqueles que participaram, ao longo do ano letivo, em Clubes, Projeto e Concursos.
Destacamos, aqui, a entrega dos certificados aos alunos vencedores dos concursos promovidos pela Biblioteca, realizados ao longo do ano letivo 2018-19.
Parabéns a todos os alunos.

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 Alunos que integraram o CABE - Clube dos Amigos da Biblioteca EscolarConcurso Pequenos Grandes Poetas.jpg

 Alunos participantes no Concurso Concelhio Pequenos Grandes PoetasParlamento dos Jovens_Nacional.jpg

 Alunos representantes da escola na Fase Nacional do Parlamento dos Jovens, projeto coordenado pela Professora Helena TrigueirosVencedores do Concurso Nacional de Leitura.jpgAlunas vencedoras do Concurso Nacional de Leitura, fase escolar

 

 

Divulgação do "Leitor do Mês" 2018-19

Chegados (quase) ao final do ano, celebramos aqueles que se destacaram como "Leitores do Mês".

Todos os vencedores desfrutaram já das viagens que cada leitura lhes proporcionou e terão, ainda, direito ao certificado de "Leitor do Mês".

Aos que ainda se não aventuraram, cá os esperamos no próximo ano letivo com mais viagens, aventuras e outros prémios.

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O Meu Avó, o Meu Pai e Eu - Teatro sobre o 25 de abril

Companhia de Teatro de Santo Tirso, na Escola Secundária de Barcelinhos.

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No passado dia 26 de abril, o Grupo de Teatro de Santo Tirso veio à nossa escola com uma peça de teatro, no âmbito do programa das comemorações do 25 de abril, com uma excelente representação da "história" do 25 de abril e dos conflitos entre um pai, submisso ao regime Salazarista e um  filho revoltado contra o sistema e ávido de liberdade. A peça em si faz uma retrospetiva muito interessante do país "cinzento" e atrasado que existia, sob a alçada de um regime que se intitulava de "Estado Novo", mas que deixou muitas gerações ostracizadas e sujeitas a uma ignorância coletiva, que foram aceitando durante 48 anos, como algo que tinham que passar, para se cumprir a máxima do regime: "Deus, Pátria, Família" e "Tudo pela Nação, Nada contra a Nação. No diálogo dos atores é percetível a viagem histórica dos acontecimentos, até nas vésperas de Revolução de Abril, e a leitura antagónica que duas gerações, pai e filho, do país, com um excelente texto.

O argumento, da autoria do ator, António Rodrigues, aborda conteúdos programáticos de Português e de História contribuindo, desta forma, para um entendimento mais próximo da realidade, sobretudos para aqueles que, à época, ainda não tinham nascido....

No final os alunos apreciaram a peça e, seguramente, que terão saído mais informados sobre a distância do país que hoje vivem e o país que existia antes do 25 de abril.

 

 

Teatro. O meu avô, o meu pai e eu - uma história da revolução

Celebrar os 45 anos da revolução de abril.

Auditório da ESBarcelinhos, 26 de abril, às 10 horas.

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O meu avô, o meu pai e eu – uma história da revolução” retrata as condições de vida em Portugal durante a ditadura de Salazar e os principais acontecimentos que conduziram ao dia 25 de abril de 1974. Inspirado em “As portas que abril abriu”, de José Carlos Ary dos Santos, esta peça viaja até 1975 a uma sala de estar onde pai e filho, recordando a história recente de um país saído de uma revolução, vão esgrimindo argumentos e considerações, criando momentos de conflito ao reviver a história. Um pai que ainda vive segundo o trinómio “Deus, Pátria e Família”. Um filho que reclama os valores de abril. Um país que vive em instabilidade política e social após 48 anos de ditadura. E a história narrada dentro de uma história.

Texto: António Rodrigues | Encenação: CTST |

Som e luz: Rosa Pereira, Sara Salgueiro

Interpretação: António Rodrigues e Sérgio Macedo  

Teatro: O meu avô, o meu pai e eu - Uma história da revolução

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O meu avô, o meu pai e eu – uma história da revolução” retrata as condições de vida em Portugal durante a ditadura de Salazar e os principais acontecimentos que conduziram ao dia 25 de abril de 1974. Inspirado em “As portas que abril abriu”, de José Carlos Ary dos Santos, esta peça viaja até 1975 a uma sala de estar onde pai e filho, recordando a história recente de um país saído de uma revolução, vão esgrimindo argumentos e considerações, criando momentos de conflito ao reviver a história. Um pai que ainda vive segundo o trinómio “Deus, Pátria e Família”. Um filho que reclama os valores de abril. Um país que vive em instabilidade política e social após 48 anos de ditadura. E a história narrada dentro de uma história.

Texto: António Rodrigues | Encenação: CTST |

Som e luz: Rosa Pereira, Sara Salgueiro

Interpretação: António Rodrigues e Sérgio Macedo  

 

 

Dia Mundial da Poesia, da Árvore e da Floresta

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 FLORESTAS – UMA RIQUEZA A PROTEGER DOS INCÊNDIOS

No dia 21 de março, a turma B do sétimo ano organizou uma atividade subordinada ao tema: Florestas – uma riqueza a proteger dos incêndios. Os alunos apresentaram, na biblioteca escolar António Ferraz, o projeto que desenvolveram, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

O grande objetivo do projeto foi aumentar o conhecimento sobre a floresta e sobre um problema nacional que a afeta e coloca em risco – os incêndios.

O dia foi selecionado para, simultaneamente, comemorar o Dia Mundial da Árvore, o Dia Mundial da Floresta e o Dia Mundial da Poesia.

A turma preparou uma pequena exposição com os trabalhos elaborados, apresentou uma palestra sobre a temática e promoveu um jogo didático onde participaram todos os alunos do sétimo ano de escolaridade. Desta forma, os alunos procuraram compreender melhor a realidade, sensibilizar os colegas para esta problemática para terem agora e no futuro capacidade de agir e intervir, corretamente.

Seguiu-se o hasteamento da bandeira da Ecoescolas  e a plantação de uma árvore no espaço exterior.