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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

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Dia Internacional dos Direitos Humanos

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 No dia 10 de dezembro assinalamos o Dia Internacional dos Direitos Humanos.  Esta data visa homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos e colocar um ponto final a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade entre todos os cidadãos. Lembramos que foi neste dia que a Assembleia Geral das Nações Unidas  proclamou a Declaração Universal dos Direitos do Homem que foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas.

No âmbito do desenvolvimento dos domínios “Direitos Humanos” e “Igualdade de Género”,  da área de Cidadania e Desenvolvimento, as turmas do 8.º ano desenvolveram várias atividades na semana em que se celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Os alunos expuseram vários trabalhos, que foram realizando ao longo do período, junto da biblioteca, no polivalente e noutros espaços da Escola, procurando alertar toda a comunidade educativa para estas temáticas. Para além disso, criaram vídeos ilustrativos dos diferentes Direitos Humanos, cujo objetivo é serem divulgados na Escola. Esta data foi assinalada, também, pelas turmas de 10º ano através de uma exposição de cartazes, da construção da “árvore dos Direitos” e um mural.

Acresce que os alunos  das quatro turmas do 8.º ano, participaram numa palestra intitulada “O contributo da Cruz Vermelha no âmbito dos Direitos Humanos”, na qual tiveram uma presença ativa, sobretudo os alunos do 8.º C e 8.º D, com a apresentação de alguns trabalhos realizados. No mesmo dia, os alunos do 8º B e 10º D divulgaram a iniciativa Maratona de cartas: escolas que salvam vidas, junto de todas as turmas do 3.º ciclo e ensino secundário, incentivando ao ativismo pelos Direitos Humanos.

A efeméride contou com a participação de alunos e professores que acenderam velas, homenageando assim todos que ainda sofrem de discriminação.

 

Semana Concelhia dos Direitos Humanos

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Ao longo da semana, está em curso a “Maratona de Cartas”. Com esta ação pretendemos sensibilizar a comunidade escolar e educativa para um conjunto de casos selecionados, o que poderá resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos. Todas as assinaturas serão enviadas para a sede da Amnistia Internacional em Lisboa, unindo-nos, assim, aos milhões de apelos oriundos de todo o mundo e com os mesmos objetivos: Por fim à violação dos Direitos Humanos.

Este ano os casos são:

Atena Daemi, sonha com o fim da pena de morte no Irão.

Marielle Franco, lutou destemidamente por um Rio de Janeiro mais justo.

Nonhle Mbuthuma, lidera a luta da sua comunidade contra uma empresa mineira que quer explorar titânio na sua terra ancestral.

Geraldine Chacón, sempre quis defender outras pessoas. É por isso que ajuda a capacitar jovens a defenderem os seus direitos na sua cidade, Caracas.

Vitalina Koval, trabalha arduamente para defender os direitos LGBTI e os direitos das mulheres na sua cidade natal, Uzghorod, na Ucrânia.

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Maratona das Cartas - Amnistia Internacional

As cartas dos 

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A escola mobilizou alunos, professores e funcionários na assinatura das "Maratona de Cartas" da Amnistia Internacional,  em defesa de pessoas e comunidades em risco.

Este ano fora cinco os casos das cartas enviadas às escolas:

Clovis Razafimalala, um defensor dos direitos humanos em Madagáscar, alvo da justiça por defender a floresta tropical da sua ilha;

Farid Al-Atrash e Issa Amro, lutando pelo fim dos colonatos israelitas, contra crimes de guerra  e a ocupação do território palestiniano;

Grupo dos "10 de Istambul", presos na Turquia por defenderem os direitos humanos de jornalistas e ativistas;

Shackelia Jackson, jamaicana que luta para que seja feita justiça pela morte do seu irmão abatido a tiro pela polícia;

Sakris Kupila, finlandês, é insultado e perseguido porque os seus documentos o identificam como mulher, género que lhe foi atribuído à nascença e no qual não se revê, luta pela alteração da atual lei da Finlândia.

Esperamos que as 500 cartas, assinadas e enviadas à Aministia Internacional, deem força as esta causa.

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