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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

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"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Diários de Escrita

  Diariamente, o ser humano lida com diversas emoções e sentimentos, como por exemplo, a alegria e a tristeza, mas o mais complexo e enigmático de se explicar é, sem sombra de dúvida, o amor.

Pessoalmente, descreveria o amor como o sentimento mais abrangente e detalhado.

1401418_426119.jpgDesde os primeiros dias da nossa existência temos contacto com este sentimento e, na generalidade, assim será até ao nosso último suspiro. Assim sendo, ao longo da nossa vida somos capazes de experimentar várias facetas só amor.

Nas primeiras horas de vida, o ser humano contacta com o primeiro   de diversos tipos de amor, o amor maternal. Explicado pelas mães como algo inimaginável e incondicional, o amor maternal imbatível e infinito, que tem grande responsabilidade sobre aquilo que o homem se torna e decide ao longo da sua vida.

  Após uns anos, na juventude e vida adulta, o ser humano experimenta múltiplas facetas do amor, simultaneamente, como o amor romântico, que é diretamente relacionado com a definição comum deste sentimento. Para além disto, este amor também leva os homens a experienciarem vastas emoções.

Ainda na vida adulta, experienciam-se outros “amores”, como o amor espiritual, sentimento direcionado a alguém superior e inalcançável.

 Existe também o amor platónico, mais superficial que o romântico e o amor sexual, que assenta no desejo carnal.

 Por fim, a sua última estação da vida, o homem, experiencia um novo amor, que denominei como “universal”, fruto de todas as experiências e toda a sabedoria reunida ao longo da vida e direcionada a pequenas ações e detalhes.

Neste amor, são valorizadas mínimos detalhes que na vida corrente passam despercebidos, como quando um neto dá uma flor à sua avó, algo tão mínimo mas uma demonstração exata de “amor”.

Assim, acredito que o amor desenvolve-se e acompanha-nos ao longo de toda a nossa vida.

Bárbara Brito, 12.A