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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

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Diários de Escrita

O amor

O amor, um tópico aparentemente banal, mas que inspirou muitas das grandes obras que hoje conhecemos, e que é, possivelmente, a maior fonte de transformação e evolução que alguma vez existirá.               images (1).jpg     

  Pelo olhar de um cientista, o amor perde toda a sua magia, pois é caracterizado por um conjunto de reações e variações hormonais que sucedem no nosso organismo e nos dão uma sensação de felicidade e bem-estar. No entanto, desde o momento em que nascemos, somos recetores de amor, e, à medida que crescemos, tornamo-nos também dadores do mesmo.

O primeiro amor que experienciamos é o amor paternal, o amor da nossa mãe e do nosso pai, amor este que é verdadeiramente “capaz de mover mundos” e que é uma conexão instantânea, sem condições nem expectativas, é um amor incondicional e puro. Alguns de nós vivem também um amor fraternal, o amor de irmãos que é tão forte quanto o anterior e que, apesar das usuais picardias, é um amor que nos levaria a sacrificar a nossa vida em prol do nosso irmão ou irmã.

À medida que crescemos vamos criando laços com outras pessoas e vamos conhecendo o amor dos amigos, que é também um sentimento forte, que nos dá uma sensação de felicidade, mas que, certas vezes, pode ser atribuído a alguém que não é merecedor do mesmo.

Por último, temos o tão conhecido “amor”, o amor que nos leva a cometer as maiores loucuras, aquele que inspira milhares de obras e talvez aquele que mais nos faz sofrer. Este amor, que todos procuram, surge de uma paixão por alguém que nos faz sentir bem,        que nos provoca as “borboletas na barriga” e que nos faz ver o mundo com cores mais bonitas. Mas, nem sempre este amor é certeiro, às vezes o cupido distrai - se com o telemóvel e atira a seta para um amor impossível, ou apenas para uma paixão e, às vezes, para um amor verdadeiro, de paixão, amizade e partilha.

Assim, o amor, de todas as formas e feitios, preenche as nossas vidas desde sempre, e é uma fonte de alegria e felicidade, por vezes inexplicável, que nos dá força para “mover mundos”.

Ana Figueiredo, 12ºA