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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Diários de Escrita, por Maria Francisca Cardoso, 12º A

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O papel do sonho na vida do ser humano

            Num dos seus poemas mais conhecidos, António Gedeão afirma que o “sonho comanda a vida” e, de facto, o sonho é o motor da vida humana, pois é ele que nos guia e ajuda a alcançar os nossos objetivos e desejos, variando, contudo, de pessoa para pessoa, mas, no geral, traduzindo nas nossas ambições e aspirações.

            Com efeito, o sonho é intrínseco aos seres humanos, pois faz parte da nossa essência sonhar. De facto, o sonho, associado à ambição, não só levou aos Descobrimentos mas também a muitas descobertas e invenções científicas. O sonho é, portanto, o grande impulsionador da vida humana, pois permite-nos alcançar grandes feitos.

            Mas o que é sonhar? Sonhar é muito mais do que desejar e ambicionar. Sonhar é imaginar, é criar, é ser inconsciente momentaneamente e, portanto, é ser feliz. Na verdade, sempre que sonhamos esquecemo-nos das nossas preocupações e, portanto, sonhar não só nos alegra como nos encoraja e nos dá força para continuar. De facto, se não fosse o sonho e o seu poder Martin Luther King, Mahatma Gandhi, e até os portugueses nos Descobrimentos, teriam desistido e nunca teriam alcançado o impossível.

Nesta perspetiva, o sonho constitui uma forma de superação dos limites do Homem, visto ser necessário lutar para o realizar. Assim sendo, os sonhos alimentam o nosso espírito e encorajam-nos a melhorar a realidade em que vivemos, permitindo, por exemplo que o Homem conquistasse os mares, voasse e até chegasse à Lua.

Em suma, o que seria do Homem sem o sonho? Talvez como disse Fernando Pessoa, o Homem não passaria de uma “besta sadia”, de um “cadáver adiado que procria”, talvez o mundo não fosse como o conhecemos, mas de certeza que seria um mundo muito mais triste e cinzento pois “matar o sonho é matarmo-nos”.

 

Diários de Escrita, por Ana Cardoso, 12º A

A Importância do Desporto

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           Num mundo em que a obesidade tende a aumentar, a prática desportiva é indispensável, não só para os jovens como também para todas as outras faixas etárias.

            Com efeito, a percentagem de pessoas obesas tem apresentado valores alarmantes em todo o globo, incluindo em Portugal, e é necessário relembrar a importância do desporto para a saúde, não apenas a nível físico como também mental.

            De facto, a prática desportiva deve ser parte integrante do nosso quotidiano, ajudando a prevenir várias doenças, mas deve ser adaptada às características e limitações de cada um, pois todos somos diferentes e, ao esforçarmo-nos demasiado, podemos sofrer lesões graves ou despoletarmos outros problemas de saúde. Assim, o desporto, para ser eficaz, não precisa de ser esgotante ou doloroso, mas regular, adaptado à idade de cada um e às suas condições físicas. Deste modo, uma simples caminhada, ao fim do dia, pode ser o início de uma boa prática para prevenir várias doenças.

            Há, ainda, a salientar, um outro aspeto muito importante relativamente à prática desportiva: esta é, também, essencial para uma boa saúde mental, pois a maior parte das pessoas que faz exercício físico não costuma fazê-lo sozinha, havendo um convívio entre os vários participantes, como por exemplo, nos desportos de equipa como o futebol e o basquetebol, onde é possível criar fortes relações entre os intervenientes. Além disso, o desporto também nos ajuda a relaxar e a esquecer os nossos problemas, permitindo-nos descurar as exigências do dia-a-dia e, consequentemente, sentir-nos-emos mais felizes, pois, segundo um estudo científico, a prática desportiva liberta a endorfina que regula a emoção e a perceção da dor, reduzindo, ainda, o stress e a ansiedade.

            Concluindo, num país onde a venda de antidepressivos é elevada e tendo em conta o aumento da taxa de obesidade, é fundamental promover a prática do desporto como uma forma de viver uma vida mais saudável e mais feliz.

 

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Diários de Escrita, por Telmo Luís Pinheiro Campos, 10º D



Nós, como pessoas, podemos ter todos os sonhos que quisermos, porque os sonhos são uma reflexão do nosso dia a dia ou dos nossos objetivos futuros/desejos.
E, se um dia sonharmos em ser  famosos, como os  que vemos na televisão e quisermos estar naquele patamar, a nossa mente poderá levar-nos e, se nos esforçamos, isso poderá acontecer, só dependerá de nós.
Todos se calhar queríamos ter os nossos cinco minutos de fama nos nossos sonhos, pelo menos já imaginamos isso, mas nunca pensamos numa consequência real: podem invadir-nos a privacidade, sermos roubados por inveja do que temos.
Mas os nossos sonhos não são essencialmente sobre isso, pode ser também de querermos que algum familiar nosso melhore o seu estado de saúde, ou que encontremos a pessoa que amamos.
A expressão «tenho em mim todos os sonhos do mundo» é uma frase que nos faz pensar e sonhar e refletir nos nossos sonhos e, como temos várias capacidades em determinada área de que gostamos, é sempre possível alcançar esse sonho. Como nada é impossível, posso dizer que «tenho em mim todos os sonhos do mundo».





Diários de Escrita

Diários de Escrita, por Telmo Luís Pinheiro Campos, 10º D



Nós, como pessoas, podemos ter todos os sonhos que quisermos, porque os sonhos são uma reflexão do nosso dia a dia ou dos nossos objetivos futuros/desejos.
E, se um dia sonharmos em ser  famosos, como os  que vemos na televisão e quisermos estar naquele patamar, a nossa mente poderá levar-nos e, se nos esforçamos, isso poderá acontecer, só dependerá de nós.
Todos se calhar queríamos ter os nossos cinco minutos de fama nos nossos sonhos, pelo menos já imaginamos isso, mas nunca pensamos numa consequência real: podem invadir-nos a privacidade, sermos roubados por inveja do que temos.
Mas os nossos sonhos não são essencialmente sobre isso, pode ser também de querermos que algum familiar nosso melhore o seu estado de saúde, ou que encontremos a pessoa que amamos.
A expressão «tenho em mim todos os sonhos do mundo» é uma frase que nos faz pensar e sonhar e refletir nos nossos sonhos e, como temos várias capacidades em determinada área de que gostamos, é sempre possível alcançar esse sonho. Como nada é impossível, posso dizer que «tenho em mim todos os sonhos do mundo».
 
 




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Diários de escrita, por Ana Margarida Alves, 10º D


Os nossos sonhos…!
Se pensarmos nesta pequena palavra, mas com um significado enorme que é o sonho, podemos adivinhar dois significados. O sonho que costumamos ter durante a noite, em que a nossa mente se encarrega de projetar desejos, pensamentos e medos que nós temos, não será o sonho de que vou falar hoje.
O que pretendo engrandecer e definir é o “sonho que comanda a vida”. O sonho que nos faz acreditar que somos capazes de alcançar grandes objetivos, o sonho que nos faz crescer a nível pessoal e profissionalmente, que cresce com o passar do tempo e nos faz evoluir consequentemente.
Sem sonhos, a vida poderá ser mais sombria. Sem sonhos as pessoas não querem mais, não ambicionam mais.
O que seria de nós se não tivéssemos a capacidade de sonhar?
O que seria da nossa infância sem as famosas frases como "Quando for grande, vou ser fotógrafa!" ou "Quando for grande, serei como o meu irmão!". O que seria das pessoas se não imaginassem um futuro, se não tivessem a oportunidade de desenhar um caminho conforme os seus maiores desejos?
Esta definição foi o que deu ao ser humano a oportunidade de conquistar inúmeras coisas que, sem a capacidade de as ambicionar, não seríamos capazes.
Diz-se que a maior aprendizagem que se ganha ao sonhar é quando aprendemos a acreditar nos nossos sonhos e, assim, nós vamos onde nós quisermos!

Diários de escrita

Diários de escrita, por Ana Margarida Alves, 10º D

Os nossos sonhos…!
Se pensarmos nesta pequena palavra, mas com um significado enorme que é o sonho, podemos adivinhar dois significados. O sonho que costumamos ter durante a noite, em que a nossa mente se encarrega de projetar desejos, pensamentos e medos que nós temos, não será o sonho de que vou falar hoje.
O que pretendo engrandecer e definir é o “sonho que comanda a vida”. O sonho que nos faz acreditar que somos capazes de alcançar grandes objetivos, o sonho que nos faz crescer a nível pessoal e profissionalmente, que cresce com o passar do tempo e nos faz evoluir consequentemente.
Sem sonhos, a vida poderá ser mais sombria. Sem sonhos as pessoas não querem mais, não ambicionam mais.
O que seria de nós se não tivéssemos a capacidade de sonhar?
O que seria da nossa infância sem as famosas frases como "Quando for grande, vou ser fotógrafa!" ou "Quando for grande, serei como o meu irmão!". O que seria das pessoas se não imaginassem um futuro, se não tivessem a oportunidade de desenhar um caminho conforme os seus maiores desejos?
Esta definição foi o que deu ao ser humano a oportunidade de conquistar inúmeras coisas que, sem a capacidade de as ambicionar, não seríamos capazes.
Diz-se que a maior aprendizagem que se ganha ao sonhar é quando aprendemos a acreditar nos nossos sonhos e, assim, nós vamos onde nós quisermos!
 

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Diários de Escrita, por Ruben Silva, 11º Ano, Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural.















Os dias de Michael, Part 1 




Michael era um rapaz diferente, gostava de ajudar as pessoas, de ser carinhoso, gostava que as pessoas gostassem dele.


Os dias de Michael eram como um carrossel, sempre começavam, acabavam e voltavam a começar da mesma forma, era algo que lhe fazia confusão. Todos os dias se levantava bem cedo para ir comprar pão e mercearias para o pequeno-almoço, gostava de ser ele a fazê-lo em casa, era como um presente para os pais. A padaria e a mercearia ficavam a dois quarteirões da sua casa, caminho que ele fazia normalmente de bicicleta.

Certo dia, farto da rotina dos seus dias, decidiu acordar mais cedo e ir com o carro do pai ao pão. Planeou tudo passo por passo para pegar na chave do carro. Michael nunca tinha pegado num carro, tudo o que sabia era por ouvir falar ou por ver o pai a fazer.

Bem cedo, pôs-se de pé, vestiu-se, tinha tudo preparado, menos as sapatilhas, levava as meias calçadas para fazer menos barulho ao entrar no quarto dos pais. Entrou e retirou a chaves do bolso do casaco onde se encontrava a chaves da garagem junto às do carro.

Dirigiu-se à garagem, abriu o portão e entrou na viatura. De imediato, desengatou o travão de mão, tirou o carro da garagem e, no instante que entra na estrada, um camião em alta velocidade acerta na porta do condutor. O barulho do acidente acorda os pais de Michael que, curiosos e preocupados com o que se poderia ter passado, vão até ao exterior da casa e deparam-se com o condutor a assistir o seu filho. O pobre rapaz foi de imediato levado para o hospital. Os médicos, com medo de possíveis sequelas, induziram o coma.

O rapaz acorda do coma devido a um pesadelo, levanta-se e repara que o hospital se encontrava vazio, mas ouvia-se barulho do lado de fora. Decidiu ir ver o que se passava e depara-se com uma senhora a brincar com uma criança, sorriam, corriam, saltavam, mas essa visão rapidamente mudou. Chegou uma carrinha militar cheia de civis. Da bagageira saíram dois militares que agarraram na criança e na senhora e atiraram-nas lá para dentro como se de lixo se tratasse.

Michael assustou-se e fugiu para casa, mas tudo o que via durante o caminho fazia-o interrogar-se. Ficou com receio e preocupou-se logo com os seus pais. Quando chegou a casa, encontrou-os a discutir algo a que ele nunca tinha assistido, visto que os seus pais eram um casal muito unido, escutavam sempre a opinião um do outro e resolviam os problemas sem nunca discutir. Michael resolveu interrompê-los e perguntar-lhes a razão que os levava a discutir, visto que se amam, estão juntos, vivem juntos. Qual seria a razão para o fazerem? Michael esperou a resposta, olhou para o seu pai, olhou para a sua mãe e ambos lhe viraram as costas e agarraram-se ao telefone. O pobre rapaz deixou cair algumas lágrimas e dirigiu-se ao seu quarto.

No mesmo instante em que abre a porta do seu quarto, a porta que dava acesso à rua abre-se e dela surgem vários militares que agarram em Michael e o atiram para dentro de uma carrinha como se de um animal se tratasse.

Depois de uma longa viagem dentro de uma carrinha completamente escura e com um odor desagradável, encontra-se no centro de um campo de concentração. Michael foi acompanhado pelos guardas até à sua cela, onde, por palavras de um dos guardas, irá ficar até apodrecer.

Desde esse momento, os dias de Michael ficaram estranhos. Apesar de ter sido rejeitado pelos pais continuava a querer vê-los e a lutar por sair dali. Então, escutou uma voz doce, mas bastante forte, avisando-o de que tudo o que estava a fazer só iria chamar as atenções dos guardas. O rapaz olha para a dona daquela doce voz e aproxima-se. Michael estava tão concentrado, tão desesperado em sair, que nem pensava, nem mesmo tinha reparado na esbelta rapariga que lhe fazia companhia na cela.

A dona daquela doce voz respondia pelo nome de Anna, que sabia tudo o que se tinha passado fora daquele campo.

Anna explicou a Michael que, fora daquele campo, as pessoas já não tinham sentimentos, mas também disse que havia uma forma de fazer com que elas voltassem a tê-los, apenas tinham de relembrar o que era o amor e apenas um casal apaixonado teria o poder de o conseguir fazer.

O tempo foi passando e Michael resolveu procurar um casal verdadeiramente apaixonado dentro daquele campo, visto que não podia sair da cela. Resolveu passar a mensagem cela após cela com o fim de encontrar alguém para demonstrar ao mundo o que era o amor. Passaram dias e dias e não havia notícias, mas Michael estava cada vez mais próximo de Anna.

O companheiro de cela de Anna sentia-se sem saber o que fazer, dias e dias a pensar até que Anna sugeriu fugirem do campo e procurar pessoas que ainda não tenham sido levadas para este ou outro qualquer campo de concentração. Ela nunca desistia de acreditar no amor e sabia que o havia de encontrar e talvez não fosse tão longe como poderia imaginar.

Michael e Anna pensaram em 1001 planos para sair do campo, mas, primeiro, teriam de sair da cela. De repente, surge o plano de fazer uma armadilha a um guarda. O rapaz começou a insultar Anna, gritando com ela, ofendendo-a com todas as palavras ordinárias e maliciosas que estavam no seu vocabulário, e tudo isso chamou a atenção de um dos guardas que se ria por Michael a ofender. Mas o rapaz não se iria ficar por palavras e aproxima-se dela querendo agredi-la. O guarda, armado em superior, resolve entrar na cela pois achava que só ele poderia bater nos prisioneiros. Só que tudo isto fazia parte dum plano dos dois e, no momento exato em que o guarda se aproxima, Anna põe-lhe um tecido na boca e Michael bate-lhe na cabeça fazendo-o cair inconsciente no chão. O rapaz rouba a roupa ao guarda disfarçando-se de um deles facilitando a sua saída do campo. Agarra brutalmente em Anna com o objetivo de passar despercebido pelos guardas, mas um deles interroga-o sobre o porquê de estar a levar um prisioneiro para fora do campo. Michael defende-se dizendo que a rapariga o tinha magoado, por isso, iria levá-la para outro campo e exterminá-la.

Já fora do campo, mas ainda em perigo, o rapaz rouba uma carrinha e segue em direção à cidade. No caminho encontrou um grupo de pessoas a fugir da carrinha temendo o que aquela pudesse trazer. Apesar de todos tentarem fugir, Michael e Anna conseguem falar com o grupo e explicar quem são e o que pretendem encontrar. Aquelas pessoas tinham tudo o que eles precisavam, faziam parte de uma equipa televisiva. Michael como bom líder de equipa que era, convenceu os membros a juntarem-se a ele para mudar o mundo. Foram diretos ao estúdio onde havia um casal de jovens que também fazia parte da mesma equipa.

Resolveram começar a preparar tudo para a emissão, e seria esta emissão que faria tudo e todos mudar. O mundo voltaria a ser o que sempre foi, voltariam a existir valores, sentimentos e principalmente pessoas, porque sem sentimentos não somos pessoas, somos simplesmente um monstro a que se dá o nome de Homem.

A emissão teve início às três da tarde em ponto e em poucos minutos todo o edifício estava cercado por membros do exército ou lá o que aquilo fosse. Com receio que pudesse não resultar, Michael aproxima-se de Anna e resolve dizer-lhe "Eu sempre procurei isto, sempre lutei por tudo, pelo mundo, por ti, porque sempre foste forte, sempre estiveste do meu lado, porque eras o meu porto seguro, eras o meu abrigo, sem ti não teria conseguido..." Anna deixou escorrer algumas lágrimas aproximou-se do ouvido de Michael e sussurrou... " Por favor, acorda meu filho, estás atrasado para a escola".

Continua...

Diários de Escrita

Diários de Escrita, por Ruben Silva, 11º Ano, Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural.















Os dias de Michael, Part 1 




Michael era um rapaz diferente, gostava de ajudar as pessoas, de ser carinhoso, gostava que as pessoas gostassem dele.

 

 
Os dias de Michael eram como um carrossel, sempre começavam, acabavam e voltavam a começar da mesma forma, era algo que lhe fazia confusão. Todos os dias se levantava bem cedo para ir comprar pão e mercearias para o pequeno-almoço, gostava de ser ele a fazê-lo em casa, era como um presente para os pais. A padaria e a mercearia ficavam a dois quarteirões da sua casa, caminho que ele fazia normalmente de bicicleta.
 
Certo dia, farto da rotina dos seus dias, decidiu acordar mais cedo e ir com o carro do pai ao pão. Planeou tudo passo por passo para pegar na chave do carro. Michael nunca tinha pegado num carro, tudo o que sabia era por ouvir falar ou por ver o pai a fazer.
 
Bem cedo, pôs-se de pé, vestiu-se, tinha tudo preparado, menos as sapatilhas, levava as meias calçadas para fazer menos barulho ao entrar no quarto dos pais. Entrou e retirou a chaves do bolso do casaco onde se encontrava a chaves da garagem junto às do carro.
 
Dirigiu-se à garagem, abriu o portão e entrou na viatura. De imediato, desengatou o travão de mão, tirou o carro da garagem e, no instante que entra na estrada, um camião em alta velocidade acerta na porta do condutor. O barulho do acidente acorda os pais de Michael que, curiosos e preocupados com o que se poderia ter passado, vão até ao exterior da casa e deparam-se com o condutor a assistir o seu filho. O pobre rapaz foi de imediato levado para o hospital. Os médicos, com medo de possíveis sequelas, induziram o coma.
 
O rapaz acorda do coma devido a um pesadelo, levanta-se e repara que o hospital se encontrava vazio, mas ouvia-se barulho do lado de fora. Decidiu ir ver o que se passava e depara-se com uma senhora a brincar com uma criança, sorriam, corriam, saltavam, mas essa visão rapidamente mudou. Chegou uma carrinha militar cheia de civis. Da bagageira saíram dois militares que agarraram na criança e na senhora e atiraram-nas lá para dentro como se de lixo se tratasse.
 
Michael assustou-se e fugiu para casa, mas tudo o que via durante o caminho fazia-o interrogar-se. Ficou com receio e preocupou-se logo com os seus pais. Quando chegou a casa, encontrou-os a discutir algo a que ele nunca tinha assistido, visto que os seus pais eram um casal muito unido, escutavam sempre a opinião um do outro e resolviam os problemas sem nunca discutir. Michael resolveu interrompê-los e perguntar-lhes a razão que os levava a discutir, visto que se amam, estão juntos, vivem juntos. Qual seria a razão para o fazerem? Michael esperou a resposta, olhou para o seu pai, olhou para a sua mãe e ambos lhe viraram as costas e agarraram-se ao telefone. O pobre rapaz deixou cair algumas lágrimas e dirigiu-se ao seu quarto.
 
No mesmo instante em que abre a porta do seu quarto, a porta que dava acesso à rua abre-se e dela surgem vários militares que agarram em Michael e o atiram para dentro de uma carrinha como se de um animal se tratasse.
 
Depois de uma longa viagem dentro de uma carrinha completamente escura e com um odor desagradável, encontra-se no centro de um campo de concentração. Michael foi acompanhado pelos guardas até à sua cela, onde, por palavras de um dos guardas, irá ficar até apodrecer.
 
Desde esse momento, os dias de Michael ficaram estranhos. Apesar de ter sido rejeitado pelos pais continuava a querer vê-los e a lutar por sair dali. Então, escutou uma voz doce, mas bastante forte, avisando-o de que tudo o que estava a fazer só iria chamar as atenções dos guardas. O rapaz olha para a dona daquela doce voz e aproxima-se. Michael estava tão concentrado, tão desesperado em sair, que nem pensava, nem mesmo tinha reparado na esbelta rapariga que lhe fazia companhia na cela.
 
A dona daquela doce voz respondia pelo nome de Anna, que sabia tudo o que se tinha passado fora daquele campo.
 
Anna explicou a Michael que, fora daquele campo, as pessoas já não tinham sentimentos, mas também disse que havia uma forma de fazer com que elas voltassem a tê-los, apenas tinham de relembrar o que era o amor e apenas um casal apaixonado teria o poder de o conseguir fazer.
 
O tempo foi passando e Michael resolveu procurar um casal verdadeiramente apaixonado dentro daquele campo, visto que não podia sair da cela. Resolveu passar a mensagem cela após cela com o fim de encontrar alguém para demonstrar ao mundo o que era o amor. Passaram dias e dias e não havia notícias, mas Michael estava cada vez mais próximo de Anna.
 
O companheiro de cela de Anna sentia-se sem saber o que fazer, dias e dias a pensar até que Anna sugeriu fugirem do campo e procurar pessoas que ainda não tenham sido levadas para este ou outro qualquer campo de concentração. Ela nunca desistia de acreditar no amor e sabia que o havia de encontrar e talvez não fosse tão longe como poderia imaginar.
 
Michael e Anna pensaram em 1001 planos para sair do campo, mas, primeiro, teriam de sair da cela. De repente, surge o plano de fazer uma armadilha a um guarda. O rapaz começou a insultar Anna, gritando com ela, ofendendo-a com todas as palavras ordinárias e maliciosas que estavam no seu vocabulário, e tudo isso chamou a atenção de um dos guardas que se ria por Michael a ofender. Mas o rapaz não se iria ficar por palavras e aproxima-se dela querendo agredi-la. O guarda, armado em superior, resolve entrar na cela pois achava que só ele poderia bater nos prisioneiros. Só que tudo isto fazia parte dum plano dos dois e, no momento exato em que o guarda se aproxima, Anna põe-lhe um tecido na boca e Michael bate-lhe na cabeça fazendo-o cair inconsciente no chão. O rapaz rouba a roupa ao guarda disfarçando-se de um deles facilitando a sua saída do campo. Agarra brutalmente em Anna com o objetivo de passar despercebido pelos guardas, mas um deles interroga-o sobre o porquê de estar a levar um prisioneiro para fora do campo. Michael defende-se dizendo que a rapariga o tinha magoado, por isso, iria levá-la para outro campo e exterminá-la.
 
Já fora do campo, mas ainda em perigo, o rapaz rouba uma carrinha e segue em direção à cidade. No caminho encontrou um grupo de pessoas a fugir da carrinha temendo o que aquela pudesse trazer. Apesar de todos tentarem fugir, Michael e Anna conseguem falar com o grupo e explicar quem são e o que pretendem encontrar. Aquelas pessoas tinham tudo o que eles precisavam, faziam parte de uma equipa televisiva. Michael como bom líder de equipa que era, convenceu os membros a juntarem-se a ele para mudar o mundo. Foram diretos ao estúdio onde havia um casal de jovens que também fazia parte da mesma equipa.
 
Resolveram começar a preparar tudo para a emissão, e seria esta emissão que faria tudo e todos mudar. O mundo voltaria a ser o que sempre foi, voltariam a existir valores, sentimentos e principalmente pessoas, porque sem sentimentos não somos pessoas, somos simplesmente um monstro a que se dá o nome de Homem.
 
A emissão teve início às três da tarde em ponto e em poucos minutos todo o edifício estava cercado por membros do exército ou lá o que aquilo fosse. Com receio que pudesse não resultar, Michael aproxima-se de Anna e resolve dizer-lhe "Eu sempre procurei isto, sempre lutei por tudo, pelo mundo, por ti, porque sempre foste forte, sempre estiveste do meu lado, porque eras o meu porto seguro, eras o meu abrigo, sem ti não teria conseguido..." Anna deixou escorrer algumas lágrimas aproximou-se do ouvido de Michael e sussurrou... " Por favor, acorda meu filho, estás atrasado para a escola".


Continua...

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Diários de Escrita, por Ruben Silva, 11º Ano, Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural







Era um dia bem normal em Cleveland. Como de costume encontrava-me a aproveitar as férias vendo os jogos da liga “majure de baseball” infelizmente os Chicago White ganhavam o encontro contra os Detroit Tigers a única equipa com que simpatizava.
No intervalo, estranhamente, aterrou um helicóptero que transportava o residente da casa branca e que trazia um comunicado dizia o mesmo “importante”. Comunicado que nunca chegou a fazer. No momento exato em que o ia fazer, algo nunca antes avistado por mim, sugou-o, instalando o pânico mas ainda piorou quando a dita coisa o repeliu, seco, estava apenas a carcaça nem uma gota de sangue existia naquele corpo.
Os responsáveis por aquilo eram sem dúvida Aliens.
Em meros instantes, o inferno apoderou-se da terra e todas as pessoas estavam a ser sugadas por aquelas horrendas criaturas. Eu fui salvo pelas forças militares que se encontravam no recinto. Levaram todas as pessoas que conseguiam para um abrigo subterrâneo no qual encontrei vários cientistas, idênticos à minha pessoa. Rapidamente surgiu a curiosidade de examinar uma coisa daquelas, que existia bem por cima de nós. Enquanto os soldados não traziam o corpo que nós queríamos examinar falava-se do concerto de Justin Bieber para acalmar os ânimos daquelas que ainda se encontravam vivos.
Logo que os soldados chegaram deixaram o bicho medonho numa maca diziam eles que se encontravam morto, mesmo sem conhecer a criatura, a mesma que a de surpresa se levanta atacando Francis e fugindo ara o lado onde se dava o concerto, mas de imediato o choque que a criatura sofre ao ouvir a musica e a voz de JB fá-la desintegrar-se, o que fez com que os cientistas ordenassem que as forças militares avançassem e igualmente os civis ouvindo Baby musica transmitida via rádio, e dessa forma acabou o inferno de marcianos na Terra.

Devido a JB e à sua fantástica música que derrota até as mais ferozes criaturas, as pessoas podem viver em paz até ao próximo Concerto de JB.





Diários de Escrita



Diários de Escrita, por Ruben Silva, 11º Ano, Curso Profissional de Técnico de Turismo Ambiental e Rural







Era um dia bem normal em Cleveland. Como de costume encontrava-me a aproveitar as férias vendo os jogos da liga “majure de baseball” infelizmente os Chicago White ganhavam o encontro contra os Detroit Tigers a única equipa com que simpatizava.
No intervalo, estranhamente, aterrou um helicóptero que transportava o residente da casa branca e que trazia um comunicado dizia o mesmo “importante”. Comunicado que nunca chegou a fazer. No momento exato em que o ia fazer, algo nunca antes avistado por mim, sugou-o, instalando o pânico mas ainda piorou quando a dita coisa o repeliu, seco, estava apenas a carcaça nem uma gota de sangue existia naquele corpo.
Os responsáveis por aquilo eram sem dúvida Aliens.
Em meros instantes, o inferno apoderou-se da terra e todas as pessoas estavam a ser sugadas por aquelas horrendas criaturas. Eu fui salvo pelas forças militares que se encontravam no recinto. Levaram todas as pessoas que conseguiam para um abrigo subterrâneo no qual encontrei vários cientistas, idênticos à minha pessoa. Rapidamente surgiu a curiosidade de examinar uma coisa daquelas, que existia bem por cima de nós. Enquanto os soldados não traziam o corpo que nós queríamos examinar falava-se do concerto de Justin Bieber para acalmar os ânimos daquelas que ainda se encontravam vivos.
Logo que os soldados chegaram deixaram o bicho medonho numa maca diziam eles que se encontravam morto, mesmo sem conhecer a criatura, a mesma que a de surpresa se levanta atacando Francis e fugindo ara o lado onde se dava o concerto, mas de imediato o choque que a criatura sofre ao ouvir a musica e a voz de JB fá-la desintegrar-se, o que fez com que os cientistas ordenassem que as forças militares avançassem e igualmente os civis ouvindo Baby musica transmitida via rádio, e dessa forma acabou o inferno de marcianos na Terra.

Devido a JB e à sua fantástica música que derrota até as mais ferozes criaturas, as pessoas podem viver em paz até ao próximo Concerto de JB.