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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Diários de Escrita

A nossa caminhada ainda não terminou e a realidade acolhe-nos, envolta de certezas e de incertezas, de alegrias e de tristezas, de palavras e de silêncio.

mensagem-dia-do-amigo-.jpgÉ certo que, inevitavelmente, iremos encontrar situações tempestuosas, mas haverá sempre o lado bom da chuva que cai e não a faceta do raio que destrói, pois somos jovens!

Serão as lembranças, os pilares da nossa existência, pois “recordar é viver” e, certamente, todos nós iremos, muitas vezes, recordar os momentos vividos na Escola Secundária de Barcelinhos. Por sua vez, serão os sonhos, os pilares da nossa motivação, pois, aqui, na nossa escola, ensinaram-nos que o homem que não tem objetivos, assemelha-se a um “cadáver adiado” e que é preciso que o homem sonhe, para que a obra se concretize. Assim, enquanto jovens, nutridos de lembranças e de sonhos, caminharemos rumo ao indefinido, como o leito de um rio que, inevitavelmente, caminha em direção ao mar, a algo de grandioso.

As nossas pegadas ficaram na escola e a nossa escola no nosso coração.
Olharemos para trás...mas iremos em frente ….  

Diários de Escrita

Reconhecimento

O ensino secundário foi, para nós, uma fase muito importante do nosso percurso escolar, na adolescência. Conhecemos novas pessoas; fizemos novas amizades; acedemos a conhecimentos que ajudaram a amadurecer o nosso pensamento, identidade e forma de ver o mundo; tornámo-nos cidadãos críticos; partilhamos imensos momentos, alguns que permanecerão sempre na nossa memória, e, mais importante, crescemos juntos, enquanto pessoas. 

Efetivamente, esta  etapa tornou-nos nos jovens que somos hoje e, os professores, os funcionários e toda a comunidade educativa foram fundamentais para vivenciarmos todos os momentos que nos marcaram. Por isso, queremos agradecer a cada um deles, que nos apoiou sempre que precisamos e nunca nos deixou desamparados. Não podemos deixar de reconhecer, também, a importância das nossas famílias, que nos ampararam quando as dificuldades surgiam, e dos amigos de turma, pois juntos fomo-nos apoiando e ajudando mutuamente.

Obrigado a todos!

12º A

Diários de Escrita

Amor, esta palavra tão ouvida e vivida por todos os seres humanos, este sentimento que enlouquece quem o sente e esta ternura de quatro simples letras que se juntaram para formar esta bela palavra…

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Existem vários tipos de amor, nomeadamente, aquele que sentimos pela nossa família, pelos nossos amigos e pela nossa cara metade.

O amor pela família é aquele que mais se estende ao longo do tempo, desde o momento em que se nasce, com a nossa mãe de braços abertos para nos receber neste novo mundo, até deixarmos, com certeza, muitos familiares devastados com a nossa ida, sem possível retorno.

Por sua vez, o amor pelos amigos, quando verdadeiro, é muito semelhante ao amor sentido pela família, à exceção óbvia que não é desde sempre, mas será para sempre.

Por fim, o amor pela nossa cara metade, esse, sim, é muito complexo, porque, infelizmente não irá depender única e exclusivamente dos dois intervenientes. Existem muitos fatores que condicionam uma relação, nomeadamente, a distância forçada que pode ser inevitável e destruidora. Mas, na minha opinião, o verdadeiro amor vence sempre e o que é fulcral que se faça é utilizarmos todos os obstáculos para fortalecer, ainda mais, o sentimento vivido pelos dois.

Para concluir, gostaria de revelar que sempre que ouço esta palavra, “Amor”, sinto algo inexplicável dentro de mim, talvez seja porque “Amor é fogo que arde sem se ver” como dizia o grande Luís de Camões.

 

Diogo Vilas Boas, 12°A

Diários de Escrita

O amor é, para mim, o sentimento mais belo que o Homem pode experienciar, e que estará sempre presente na sua vida.shutterstock_272399405-1024x682-1.jpg

Ao longo da sua jornada, o Homem pode vivenciar vários tipos de amor, capazes de o marcar de maneiras distintas e de lhe proporcionar diferentes vivências.

Por um lado, existe o amor por um animal de estimação, que é um amor que sempre prevalecerá e que é vivido até mesmo após a sua partida. Um animal de estimação é um companheiro para toda a vida, que sempre retribuirá o amor que lhe dermos e que, seja qual for a circunstância, estará sempre presente. Este amor simboliza o companheirismo, a proteção e a pureza.

Por outro lado, existe o amor por outras pessoas, que é um amor que nos transforma e nos conduz ao crescimento e amadurecimento. Ao longo da vida, o Homem conhece várias pessoas e acaba por se apaixonar. Estas pessoas, por quem se apaixona, marcam-no de maneiras diferentes, mas todas o ajudam no seu desenvolvimento e compreensão pessoais.

O amor por outras pessoas, ao contrário do amor por um animal de estimação, é um amor que, muitas vezes, é doloroso e nos leva a cometer loucuras. Mas este amor é, também, símbolo de felicidade, aventura, entrega, bem-estar e, acima e tudo, é símbolo de aprendizagem.

Assim, ao longo da vida, o Homem pode experienciar diferentes tipos de amor que levarão ao seu crescimento pessoal e que, eventualmente, o tornarão numa pessoa melhor.

Flávia Silva, 12ºB

Diários de Escrita

O amor é um sentimento que, desde sempre está presente na vida do ser humano, podendo este ser experimentado de várias maneiras, ao longo da vida.

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À nascença é desenvolvida a nossa primeira forma de amor, o amor parental, pois são o pai e a mãe as primeiras pessoas com quem temos contacto e que nos irão proteger o resto da vida, por isso desenvolvemos com estes o amor maternal e paternal, sentimentos eternos.

Com o passar do tempo e com a entrada para a escola desenvolvem-se outros tipos de amor.

O facto de as crianças passarem várias horas na escola, facilita o desenvolvimento de relacionamentos afetivos entre amigos. Esta forma de amor chega a ser tão forte quanto um amor entre irmãos, pelo facto de estarem muito tempo juntos e, por vezes, estão juntos durante todo o percurso escolar.

É também ao longo desta fase escolar que, por norma, o homem experimenta pela primeira vez a forma mais famosa de amor, a sua primeira paixão, o sentimento amoroso por uma rapariga/rapaz que tem o “poder” de deixar qualquer pessoa com “ o coração a mil “ e com “ borboletas na barriga”.
Concluindo, o homem experiencia várias formas de amor em várias fases da sua vida, cada um deles com intensidade e importâncias diferentes, no entanto o que importa é amar, seja de que forma for, pois, sem o amor, não existe nada.

João Pereira, 12°A

Diários de Escrita

  Diariamente, o ser humano lida com diversas emoções e sentimentos, como por exemplo, a alegria e a tristeza, mas o mais complexo e enigmático de se explicar é, sem sombra de dúvida, o amor.

Pessoalmente, descreveria o amor como o sentimento mais abrangente e detalhado.

1401418_426119.jpgDesde os primeiros dias da nossa existência temos contacto com este sentimento e, na generalidade, assim será até ao nosso último suspiro. Assim sendo, ao longo da nossa vida somos capazes de experimentar várias facetas só amor.

Nas primeiras horas de vida, o ser humano contacta com o primeiro   de diversos tipos de amor, o amor maternal. Explicado pelas mães como algo inimaginável e incondicional, o amor maternal imbatível e infinito, que tem grande responsabilidade sobre aquilo que o homem se torna e decide ao longo da sua vida.

  Após uns anos, na juventude e vida adulta, o ser humano experimenta múltiplas facetas do amor, simultaneamente, como o amor romântico, que é diretamente relacionado com a definição comum deste sentimento. Para além disto, este amor também leva os homens a experienciarem vastas emoções.

Ainda na vida adulta, experienciam-se outros “amores”, como o amor espiritual, sentimento direcionado a alguém superior e inalcançável.

 Existe também o amor platónico, mais superficial que o romântico e o amor sexual, que assenta no desejo carnal.

 Por fim, a sua última estação da vida, o homem, experiencia um novo amor, que denominei como “universal”, fruto de todas as experiências e toda a sabedoria reunida ao longo da vida e direcionada a pequenas ações e detalhes.

Neste amor, são valorizadas mínimos detalhes que na vida corrente passam despercebidos, como quando um neto dá uma flor à sua avó, algo tão mínimo mas uma demonstração exata de “amor”.

Assim, acredito que o amor desenvolve-se e acompanha-nos ao longo de toda a nossa vida.

Bárbara Brito, 12.A

Diários de Escrita

O amor

O amor, um tópico aparentemente banal, mas que inspirou muitas das grandes obras que hoje conhecemos, e que é, possivelmente, a maior fonte de transformação e evolução que alguma vez existirá.               images (1).jpg     

  Pelo olhar de um cientista, o amor perde toda a sua magia, pois é caracterizado por um conjunto de reações e variações hormonais que sucedem no nosso organismo e nos dão uma sensação de felicidade e bem-estar. No entanto, desde o momento em que nascemos, somos recetores de amor, e, à medida que crescemos, tornamo-nos também dadores do mesmo.

O primeiro amor que experienciamos é o amor paternal, o amor da nossa mãe e do nosso pai, amor este que é verdadeiramente “capaz de mover mundos” e que é uma conexão instantânea, sem condições nem expectativas, é um amor incondicional e puro. Alguns de nós vivem também um amor fraternal, o amor de irmãos que é tão forte quanto o anterior e que, apesar das usuais picardias, é um amor que nos levaria a sacrificar a nossa vida em prol do nosso irmão ou irmã.

À medida que crescemos vamos criando laços com outras pessoas e vamos conhecendo o amor dos amigos, que é também um sentimento forte, que nos dá uma sensação de felicidade, mas que, certas vezes, pode ser atribuído a alguém que não é merecedor do mesmo.

Por último, temos o tão conhecido “amor”, o amor que nos leva a cometer as maiores loucuras, aquele que inspira milhares de obras e talvez aquele que mais nos faz sofrer. Este amor, que todos procuram, surge de uma paixão por alguém que nos faz sentir bem,        que nos provoca as “borboletas na barriga” e que nos faz ver o mundo com cores mais bonitas. Mas, nem sempre este amor é certeiro, às vezes o cupido distrai - se com o telemóvel e atira a seta para um amor impossível, ou apenas para uma paixão e, às vezes, para um amor verdadeiro, de paixão, amizade e partilha.

Assim, o amor, de todas as formas e feitios, preenche as nossas vidas desde sempre, e é uma fonte de alegria e felicidade, por vezes inexplicável, que nos dá força para “mover mundos”.

Ana Figueiredo, 12ºA