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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Diários de Escrita

Desde o nascimento até ao momento da morte, o Homem, se tiver essa sorte, experiencia diferentes tipos de amor e todos eles importantes para o seu próprio bem-estar.

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O primeiro amor é o familiar; somos rodeados de carinho e afeto por parte dos nossos familiares desde o nascimento e, até quando ainda estamos no meio intra-uterino, já somos amados por eles. Este amor nunca desaparece e é, sem dúvida, o mais importante e essencial. Com o nascimento e a ida para a escola, descobrimos outro tipo de amor, o amor nas amizades que muitas vezes é tão forte que nos parece o amor de irmãos. Em relação a este amor, já não é tão estável, vai e volta, pode desvanecer com o tempo e com as próprias situações que a vida coloca no nosso caminho ( a ida para a universidade quebra muitas amizades, muitas vezes, por exemplo).

Quando mais jovens adultos, encontramos (ou não) um amor que nos deixa preenchidos, com uma felicidade surreal, que nos deixa a pensar na sorte que temos e o quão agradecidos estamos pela pessoa que temos ao nosso lado; é um amor que nos faz querer ter um futuro com esse ser humano. Mas claro que nem tudo é um amor de rosas, porque este amor, apesar de nos fazer sentir o mais realizados possível, é o que nos pode fazer sofrer mais, sendo, por isso, um amor intenso, bonito, mas também perigoso, e por isso, nem toda a gente tem a sorte de o encontrar.

Concluindo, “O amor (…) está sempre presente na vida do ser humano” e ainda bem, porque é necessário amarmos e sermos amados para nos sentirmos bem, realizados, seja de que maneira for (da família, amigos ou daquela pessoa especial), mas mais importante, ainda, é amarmo-nos a nós próprio.

Beatriz Miranda, 12º A

Diários de Escrita

Durante a sua vida, o Homem tende a procurar afeto, criando, por vezes, inevitavelmente, relações de mais intimidade com certas pessoas - isto porque o amor e a necessidade de o sentir, está na sua natureza. 

Assim, é usual ouvirmos declarações de amor, ao longo da nossa vida - estas podem 

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vir de namorados, nascendo da inocente excitação, relações que, regra geral, não duram, mas marcam-nos. Estas declarações podem vir, ainda, de um parecido/a pronto a partilhar a sua vida com a nossa. Este amor, caracterizado pelo romance nele presente, encontra-se associado à atração e ao prazer carnal.

Por outro lado, sabemos que o Homem experiencia outros tipos de amor - isto está provado pelos nossos pais, que nos mostram amor incondicional; está provado, também, pelas amizades fortes e duradouras que desenvolvemos ao longo da nossa vida - este é, então, um amor platónico. Finalmente, é de mencionar o amor pela arte, música, cinema e teatro, partilhado por muitos - e este é especial devido à veia criativa do ser humano, que cria arte, desde sempre e em locais inimagináveis.

Assim, o Homem experiencia vários tipos de amor durante a sua vida, não podendo estes ser ordenados por serem mais ou menos importantes, dado que são todos intrínsecos ao desenvolvimento do seu caráter. No entanto, pode-se dizer que o amor próprio, por vezes e apesar da sua importância, é descurado apesar de ser o tipo de amor que permite o desenvolvimento de todo o amor anteriormente referido.

Beatriz Magalhães, 12ºA

Diários de Escrita

“Amor” é uma palavra muito forte, que a sociedade utiliza variadas vezes, mas nem sempre da forma correta.

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 O amor está presente em toda a vida do ser humano, atuando pela positiva ou pela negativa e, assim, representa uma grande influência no seu bem-estar.

 Desde pequeno, o ser humano é ensinado a amar uma variedade de coisas e de pessoas, mas, a meu ver, isto está errado, pois o amor não deveria ser algo ensinado, mas algo que se desenvolve conforme o percurso de vida, originando diversos tipos de amor.

 Na minha opinião, o tipo de amor que prevalece é o amor da família e amigos, pois, apesar das dificuldades que o ser humano enfrenta, haverá sempre pessoas que estarão disponíveis para o abrigar, visto que estes elementos estão presentes nunca o abandonam, quer nas alegrias, quer nas tristezas. Se este amor de família e/ou dos amigos não está presente, a vida do ser humano torna-se num beco sem saída.

 De seguida, vemos que os seres humanos apresentam necessidade de cumprir um certo objetivo de vida, como criar família e, para tal, procuram um(a) companheiro(a), e daí surge o amor entre casais. Este amor pode e deverá ser perfeito, se houver intensidade no sentimento amoroso do casal; se houver compreensão e respeito mútuos; se houver altruísmo na relação, entre outros fatores.

Para finalizar, existe ainda outro tipo de amor, o amor na adolescência, que, ainda que muitas vezes, seja prematuro e instável, pode ser “um amor para a vida toda” e leva os jovens a um melhor autoconhecimento e a um melhor conhecimento dos outros.

 Concluindo, considero que o ser humano terá sempre necessidade de amar e de se sentir amado, seja qual for o tipo de amor, seja ele um amor fraternal, um amor carnal, um amor de perdição ou até um amor proibido.

Hélder Faria, 12A

Diários de Escrita

O amor é um conjunto de sentimentos que temos em relação a alguém, é carinho, é amor, é ódio, é admiração; é algo sem o qual o ser humano não consegue viver e que está presente em grande parte das relações que estabelecemos.

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Quando pensamos em amor, a primeira coisa em que pensamos são as relações entre marido e mulher, ou seja, entre um casal, mas estas não são as únicas relações de amor que nós estabelecemos. A relação que nós estabelecemos com a nossa família é também uma relação de amor, pois faríamos qualquer coisa por ela, ou ela por nós. Quando estamos com a nossa família, sentimo-nos seguros, sentimos que podemos ser nós próprios, sentimos carinho, admiração, tudo isto faz com que amemos a nossa família, tudo isto faz com que exista uma relação de amor.

Outro tipo de relação na qual muitos de nós nem reparam que existe amor, são as relações de amizade. Nas relações que estabelecemos com os nossos amigos, quer nós queiramos quer não, o amor está presente. Este tipo de amor é muito semelhante àquele que nós estabelecemos com a nossa família, o que faz muito sentido, pois, os amigos são como uma segunda família para nós, mas com a qual nós nos divertimos “mais”, com a qual vamos sair à noite, jogar futebol, desabafar mágoas de amor, fazer as asneiras próprias da vivência da juventude.

Concluindo, na minha opinião, o amor é necessário em qualquer uma das relações, pois, se nós estivermos recetivos a este sentimento, iremos desfrutar bem mais da vida e ela será bem mais prazerosa.

João Oliveira,  12°A

Diários de Escrita

Todos os seres humanos experienciam vários tipos de amor por variadas pessoas e durante todo o seu percurso existencial.

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Na minha opinião, o amor é um sentimento onde cada pessoa lhe atribui o seu significado, demonstra-o da forma que quiser e nunca pode ser igualado a qualquer outro. Considero que este nunca é da mesma intensidade, ou seja, varia consoante as diferentes fases da vida e com aquilo que os outros nos dão e fazem sentir.

Existem vários tipos de amor, tais como: amor entre mãe e filho, entre amigos, namorados, familiares, entre muitos outros. O amor entre amigos é mostrado através do amor que nos dão, do carinho, da forma como se prestam a estar dispostos a ajudar-nos naquilo que precisamos e também através de muitas outras formas. O amor entre mãe e filho, é mostrado através do apoio, da ajuda, do amor, da preocupação connosco, muitas vezes através de um aviso ou de uma zanga porque tudo isso é para o nos proteger, e é ainda uma forma de nos mostrar o amor que sentem por nós. Assim, podemos verificar que, tal como dito anteriormente, o amor pode ser mostrado das mais variadas formas e sentido com uma intensidade diferente, uma vez que, apesar de os dois tipos de amor terem características comuns na forma de como é mostrado, a intensidade é totalmente diferente.

Cada pessoa atribui o seu significado ao amor, tendo em conta o amor que sente, ou que já sentiu outrora. Alguém que já sofreu muito por amor, não terá certamente a mesma visão deste que uma pessoa que sempre foi feliz nas suas histórias de amor.

Para concluir, considero que os diferentes tipos de amor são demonstrados e sentidos de formas diferentes, e ainda têm um significado diferente para cada pessoa que o sente.

Ana Sofia Gomes, 12º B

Diários de Escrita

Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. 

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As escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo; para que sejam controlados, para que o seu dono os possa levar para onde quiser. Deixam de ser pássaros porque, afinal, a essência dos pássaros é o voo.

As escolas que são asas não criam pássaros engaiolados, criam pássaros para voar, por isso motivam e encorajam o voo. Porque, afinal, não é possível ensinar a arte de voar, pois ela já está dentro de nós, apenas precisamos de coragem e ousadia, para irmos em direção ao infinito, aos nossos sonhos e anseios.”                                                   Rubem Alvers (adaptado)

Felizmente, tivemos a sorte de frequentarmos uma escola que é uma asa e, como tal, não só nos acarinhou e mimou, graças aos seus incansáveis e simpáticos funcionários, como também, com os seus professores, nos apetrechou para que pudéssemos voar.

Assim, o professor de Educação Física ensinou-nos o equilíbrio; a professora de Matemática ensinou-nos o cálculo necessário para que a nossa tangente, não se tornasse numa queda; o professor de Físico-química foi importantíssimo com a sua lei da gravidade; a professora de Biologia / Geologia explicou-nos a nossa essência, enquanto pássaros; a professora de Filosofia revelou-nos o mito da caverna, tão importante para a que saibamos distinguir a essência da aparência; a professora de Inglês levou-nos a refletir sobre a famosa frase “To be, or not to be, that is the question” e, por fim, a professora de Português recolheu “as vontades” para que nós, pássaros, voássemos.

Cada professor contribuiu com conhecimentos específicos sobre a arte do voo e, nós, enquanto pássaros, fomos reunido e consolidando esses conhecimentos e eis-nos, aqui, prontos a voar, confiantes e repletos de sonhos que sabemos ir-se-ão concretizar.

Assim, voaremos, mas, em cada um dos nossos voos, levaremos connosco as lembranças, as saudades e uma eterna amizade para com todos aqueles que contribuíram para a simbologia deste momento.

Obrigada por nos ensinarem a voar

12º A