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Biblioteca Escolar Dr. António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Biblioteca Escolar Dr. António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

23.Abr.16

10ª edição do CNL

Equipa de alunos que representaram a nossa escola na 10ª edição do Concurso Nacional de Leitura, fase distrital, realizado a  22 de abril, no auditório  municipal de Barcelos -  3º ciclo, e no auditório municipal de Esposende - ensino secundário.
Parabéns aos nossos alunos, a todos os participantes e vencedores.
E assim se comemorou, antecipadamente, o "Dia Mundial do Livro".

23.Abr.16

Evocação dos 40 anos da Constituição de 1976. Comemorar Abril


Cidadão José Dias veio à Escola Secundária de Barcelinhos para analisar o passado, o presente e o futuro.
No âmbito da evocação dos 40 anos da Constituição de 1976, José Dias, testemunha dos principais eventos da transição da ditadura para a democracia, esteve na Escola Secundária de Barcelinhos, no dia 19 de abril.
A sessão contou com a participação dos alunos do 9º ano da nossa escola que "viajaram" por 100 anos da História recente de Portugal, do passado, ao presente, sem esquecer o futuro. O Cidadão caracterizou brevemente o período da ditadura, explicou como era ser jovem e como se contrariava a polícia política nessa altura e que teve de viver na clandestinidade. Contou a sua participação na Revolução dos Cravos e nos acontecimentos que se lhe seguiram. A "viagem" terminou no futuro, tendo o convidado desenhado o quadro de uma realidade que irá caracterizar a vida adulta destes alunos: o ambiente, as alterações climáticas, a diminuição de postos de trabalho, a alta tecnologia e a Internet exigem cada vez mais formação por parte de cada um.
A sessão terminou com um desafio: o Cidadão José Dias dedicou uma Carta Aberta aos alunos. Pediu para que seja lida em voz alta em família e com os professores e que depois comentem e contribuam com as suas opiniões e visões. O desafio foi aceite com entusiasmo pelos alunos. Ficamos todos à espera dos contributos!
18.Abr.16

O Lugar da Poesia, por Rui André Rafael Azevedo, 12º A



Fim

Não sei o que faço ou o que sinto
Tudo em meu redor morre
Não sei se vivo se minto
Não sei se para se corre

Vai de alma em alma
A minha sonolência de viver
Há uma tormenta que me acalma
O meu estado do meu ser

É uma tempestade voadora
É um místico que me impele
Dá-me frio ser quem sou
Dá-me calor caso gele

É consolador não pensar
É vaga a forma de viver
voa leve o seu voar
Passa breve o entristecer

Tudo finda no começo
Do que principia e eu não esqueço
Quem eu sou? Quem eu não era!
Que eu nunca fui o que eu nunca fizera…
18.Abr.16

Desvendar provérbios/ditados populares

“As paredes têmouvidos”

Origem: nascido em França, quando a rainha Catarinade Médicis mandou construir uma rede com furos nos tetos do palácio para apanhartraidores.
Significado:é usado para avisar alguém sobre o que vaidizer, de forma a não se comprometer.





“Desvendar o significado de provérbios/ditados populares” tem como objetivos:
  • compreender o significado dos provérbios: 
  • divulgar o seu significado;
  • preservar a memória oral
Esta rubrica, com publicação semanal,  conta com a colaboração e dinamização de: 
Beaf, alunos de Línguas e Humanidades – 10º e 11º anos.
15.Abr.16

Sarau Cultural

                                                             




Poesia, música, teatro, literatura e dança são as artes levadas a palco!
São convidados especiais da noite todos os que fazem parte da nossa comunidade educativa e público interessado.
14.Abr.16

Personalidades Ilustres da Nossa Terra - Barcelinhos

António Miguel da Costa Almeida Ferraz

Nasceu a 3 de outubro de 1855, na Casa do Tanque, em Barcelinhos, onde sempre viveu, tendo falecido a 28 fevereiro de 1916.
Formou-se em Medicina pela Escola Médico Cirúrgica do Porto e foi médico-cirurgião em Barcelos, que exercia apenas por caridade junto dos mais desfavorecidos, a quem não só receitava, como ajudava discretamente na compra dos respetivos medicamentos. Foi Sócio do Instituto de Coimbra. Foi administrador do concelho de Barcelos e vereador e vice-presidente da Câmara Municipal de Barcelos desde 1899, sob a presidência do seu patrício e amigo devotado, Dr. José Júlio Vieira Ramos. É durante o seu mandato e, por sua iniciativa, que é reconstruído, em 1905, o belíssimo Pelourinho Gótico,
de que Barcelos se pode ainda hoje orgulhar e que se achava desmontado e com as  peças dispersas. Fez, igualmente, parte do grupo de barcelenses que muito pugnou para que o Paço dos Duques 

fosse conservado e restaurado. Foi Provedor da  Real Santa Casa da Misericórdia de 1899 a 1904 e secretário do Asilo do Menino Deus.
Durante os últimos vinte e dois anos da sua vida, investigou, dedicada e exaustivamente, o arquivo da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos, o arquivo da Vereação da Câmara Municipal de Barcelos, antes do incêndio que destruiu parte desse importante espólio, e outros arquivos de várias instituições barcelenses, como os do Recolhimento do Menino Deus, o da Irmandade do Senhor da Cruz e o da Colegiada de Barcelos, a que juntou a consulta de arquivos particulares de Casas de Famílias Barcelenses.
 Escritor, historiador local e genealogista, deixou quase toda a sua obra inédita. Escreveu "Apontamentos para a História do Concelho de Barcelos", manuscrito em 10 volumes in folio; "Estudo histórico e genealógico de algumas famílias barcelenses", manuscrito in folio; "Notícias genealógicas", extrato de vários nobiliários, manuscrito in folio e "A Casa Manuelina do Largo José Novaes, em Barcelos", manuscrito in quarto ilustrado com fotografias. A sua obra foi redigida na sua tranquila Biblioteca da Casa do Tanque, no alto de Barcelinhos. Deixou ainda alguns trabalhos de genealogia e heráldica, bem como numerosos artigos dispersos por diversos periódicos locais, de que se destacam o Commercio de Barcellos, a Barcellos Revista e A Lágrima.”
A obra de António Ferraz impressiona pela vastidão dos temas que aborda, pela enorme quantidade de fontes que utiliza e pelo rigor com que as usa. O trabalho de investigação deu a conhecer a genealogia das famílias principais de Barcelos e dos seus mais notáveis homens bons.
A obra Apontamentos para a História de Barcelos é o maior trabalho que alguma vez se escreveu sobre Barcelos e que se encontrava desconhecido do grande público, por se ter conservado inédito desde a sua morte em 1916. Ao longo desses onze volumes, o Dr. António Ferraz, ao correr da pesquisa e da pena, foi tratando centenas de temas que ajudam a reconstruir a história de Barcelos, o seu património histórico, as suas tradições, os seus filhos mais ilustres, a sua vida cívica e cultural, desde o início da nacionalidade.
A Santa Casa da Misericórdia, a quem o Dr. António Ferraz devotou muita da sua dedicação, acolheu com grande entusiasmo os trabalhos de transcrição e publicação da obra Apontamentos para a História de Barcelos. A publicação foi dirigida pelo Padre Doutor António Júlio de Faria Limpo Trigueiros, ilustre barcelense dedicado à história de Barcelos. O projeto de publicação foi ainda enriquecido com a colaboração de José Eduardo Lopes Ferreira Lopes, cuja sensibilidade, refletida na lente de uma máquina fotográfica, revelou de forma surpreendente muitos vestígios do passado da cidade.
A edição Apontamentos para a História de Barcelos é uma importante fonte de trabalho para investigadores e uma obra enriquecedora para todos os cidadãos.
13.Abr.16

Desvendar provérbios/ditados populares

                                                          "Ter o Rei na Barriga"

 Origem: provém do tempo da monarquia em que as rainhas, quando grávidas do soberano, passavam a ser tratadas com deferência especial, porque iriam aumentar a família real e dar herdeiros ao trono.
Significado: refere-se a uma pessoa arrogante.

“Desvendar osignificado de provérbios/ditados populares” tem como objetivos:
  • compreender osignificado dos provérbios: 
  • divulgar o seu significado;
  • preservar a memória oral
Esta rubrica, com publicação semanal,  conta com a colaboração e dinamização de: 
Beaf, alunos de Línguas e Humanidades – 10º e 11º anos.
11.Abr.16

Dia Mundial do Livro

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril.
Esta data foi escolhida com base na lenda de S. Jorge e o Dragão, adaptada para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de S. Jorge (Sant Jordi) e recebem, em troca, um livro, testemunho das aventuras do heroico cavaleiro.
Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exatamente em abril.
Também a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, em 2016, presta homenagem a alguns autores portugueses, cujos centenários de nascimento ou morte se assinalam: Bocage (as comemorações dos 250 anos do nascimento decorrem de setembro 2015 a setembro de 2016); Mário de Sá Carneiro (1890-1916 – centenário da morte); Mário Dionísio (1916-1993) e Vergílio Ferreira (1916-1996), autores de que se assinala o centenário do nascimento.
Ainda para assinalar este dia, a DGLAB apresenta, no edifício da Torre do Tombo, a exposição «Livros de muitas cores», com uma mostra de documentação antiga e moderna que pretende chamar a atenção para o papel do Livro nas suas muitas vertentes.
O cartaz de 2016, com concepção da LUPA Design, não será impresso pela DGLAB, mas poderá ser descarregado no nosso site (em pdf com miras e sem miras) e impresso a partir dali. http://livro.dglab.gov.pt/…/DIA-MUNDIAL-DO-LIVRO---23-de-Ab…
Convidam-se as Bibliotecas Municipais e as livrarias a darem igualmente destaque aos seis autores, cuja obra é de particular importância para a literatura portuguesa e mundial.
07.Abr.16

O Lugar da Poesia, por Rui André Rafael Azevedo, 12º A


Asa

Voa, vida sem dor
Voa, no céu imenso
Faz de cada nuvem teu pôr
Cada brisa um olhar suspenso

Grande alma cheia
Que faz tremer com teu passar
Toda a vinda teu futuro enleia
Com a ida do teu errar


Existe um infinito desejo
Que prende à terra o meu viver:
Distinguir o que não vejo
E aquilo que não posso ter

Quando soube o que não sou
E sinto o que não vi
Tudo se transformou
E eu torno-me em ti

A viagem começou
Não posso mais parar
Buscar o tempo que passou
Trazê-lo de volta e errar

Ganho asas pra voar
Levantando os pés do chão
Início o levitar
Desapareço e não em vão