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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Exposição de Presépios "Green Cork"

Desde o início do ano letivo que a nossa escola trabalha para o projeto "Green Cork". A Comunidade Educativa e  muitos restaurantes de Barcelos aderiram à  campanha de recolha de rolhas de cortiça  para ajudar  à construção de objetos em cortiça. É o caso dos Presépios que os alunos do 8º ano, na disciplina opcional de Educação Tecnológica, orientados pelos Professores, Isabel Martins e Virgílio Pereira, confecionaram  ao longo do 1º período.  O júri, constituído por um elemento da direção, três Professores e dois alunos, após apreciação dos 30 presépios, elegeu os três melhores para apresentar a concurso. Parabéns a todos os colaboradores do projeto e a "Green Cork" agradece as dezenas de rolhas de cortiça recolhidas.



Exposição de Presépios "Green Cork"

Desde o início do ano letivo que a nossa escola trabalha para o projeto "Green Cork". A Comunidade Educativa e  muitos restaurantes de Barcelos aderiram à  campanha de recolha de rolhas de cortiça  para ajudar  à construção de objetos em cortiça. É o caso dos Presépios que os alunos do 8º ano, na disciplina opcional de Educação Tecnológica, orientados pelos Professores, Isabel Martins e Virgílio Pereira, confecionaram  ao longo do 1º período.  O júri, constituído por um elemento da direção, três Professores e dois alunos, após apreciação dos 30 presépios, elegeu os três melhores para apresentar a concurso. Parabéns a todos os colaboradores do projeto e a "Green Cork" agradece as dezenas de rolhas de cortiça recolhidas.



Diários de Escrita, por Juliana Costa, 12º F

Não sei precisar no tempo ou no espaço, sei apenas que, em algum momento, tive a oportunidade de me sentir trespassada por um Amor que não sei descrever ou definir.Na minha busca incessante por respostas, achei que a melhor maneira de enquadrar o que sentia era tentar localizar esse meu sentimento de transcendência num espaço concreto: a Igreja. Durante dez anos de catequese, ignorei Deus e a sua Festa Eucarística, talvez por não os compreender e, agora, que penso sobre isso, não me apoquento, porque “Para tudo há um momento e um tempo (…)” (Eclesiastes 3, 1) e aquele não seria certamente o meu tempo para crer e ter fé. Portanto, acredito que me foi dada a oportunidade de viver “sem” Ele, ou melhor, de viver com Ele, mas sem nunca contemplar a sua presença na minha vida. Tudo para que, agora, na minha pequenez, eu pudesse notar que Deus sempre esteve comigo e eu é que não estive atenta aos sinais que Ele subtilmente me ia dando. Julgo que Ele me deu a balança, as medidas e o poder de decisão, tornando a escolha numa opção séria e pessoal, isto é, a escolha seria sempre íntima, mesmo havendo a coexistência de duas vontades: a minha e a do Pai. Mas Deus, tal como em todas as minhas outras decisões, não me deixou ao acaso e, para me ajudar nesta escolha, colocou no meu caminho uma pessoa indescritível, o Pe Miguel. Com a sua ajuda, senti que iniciei o meu percurso espiritual pela segunda vez, mas agora com toda a seriedade que essa mesma opção requer. Não duvido, por isso, que o meu Crisma ou que a minha preparação para esse importante marco vital tenham sido os verdadeiros pontos de ação do Espírito Santo, isto é, da força do Criador, em mim. Eu, que não gostava de ir à missa e via a catequese como obrigação e ponto de chegada, passei a olhar este sacramento como um ponto de partida e a olhar as oportunidades como apelos e propostas feitas por Cristo. Fui chamada a ser membro de um grupo de jovens na paróquia (Os Corvos), a contribuir como leitora, a integrar o grupo coral e, a meu ver, a proposta mais impensável, a de ser catequista. Fui recetiva, como sempre sou, e nenhum deles recusei, aliás, ainda hoje integro todos estes grupos porque me sinto completa em cada um deles, como diz Ricardo Reis: “Para ser grande, sê inteiro”. E fui sempre vivendo essa inteireza acompanhada pela sensação extenuante de tranquilidade que sentia quando entrava num espaço de oração. Paradoxalmente era dentro de muros que eu encontrava a liberdade. Era invadida, voluntária ou involuntariamente, pela perceção de exposição, sem que conseguisse controlar ou compreender. E, apesar de já ter passado algum tempo, cerca de dois anos, continuo com a mesma incapacidade de compreensão, com a mesma falta de autocontrolo porque tudo o que é meu e habita em mim se esvai e se liberta, pura e simplesmente, dentro de muros. Diante do sacrário, trazendo mais maturidade, alcanço com plenitude a beleza do mistério de Cristo: eu estou em Cristo e Cristo está em mim, de outro modo, “Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim” (Gálatas 2,20)Como católica, que professa, vive, celebra e reza Cristo, vejo agora o mundo de um outro prisma. A alegria de viver, a preciosidade de cada ser, o serviço ao outro são, à luz da religião em que creio, pontos de apoio e referência no meu dia a dia. Confesso que não me sinto como os outros, nem sinto que sou igual a eles. Sinto que sou diferente porque sei que tenho em mim “um pedacinho de Deus” e, de facto, aqueles que me rodeiam repararam, aquando da minha mudança, na dimensão desse “pedacinho” e no impacto que Ele pode ter em cada um e nos que dele estão próximos. Indescritivelmente sinto que, a partir do momento em que Cristo integra a vida de alguém, esse alguém nunca mais poderá viver sem Ele ou apenas verá o passar dos dias sem neles encontrar um sentido pleno, justo e feliz para a sua vida. Não quero, por este motivo, desfazer-me de uma parte de mim, ou melhor, daquilo que sou: Cristo.

Diários de Escrita, por Juliana Costa, 12º F

Não sei precisar no tempo ou no espaço, sei apenas que, em algum momento, tive a oportunidade de me sentir trespassada por um Amor que não sei descrever ou definir.Na minha busca incessante por respostas, achei que a melhor maneira de enquadrar o que sentia era tentar localizar esse meu sentimento de transcendência num espaço concreto: a Igreja. Durante dez anos de catequese, ignorei Deus e a sua Festa Eucarística, talvez por não os compreender e, agora, que penso sobre isso, não me apoquento, porque “Para tudo há um momento e um tempo (…)” (Eclesiastes 3, 1) e aquele não seria certamente o meu tempo para crer e ter fé. Portanto, acredito que me foi dada a oportunidade de viver “sem” Ele, ou melhor, de viver com Ele, mas sem nunca contemplar a sua presença na minha vida. Tudo para que, agora, na minha pequenez, eu pudesse notar que Deus sempre esteve comigo e eu é que não estive atenta aos sinais que Ele subtilmente me ia dando. Julgo que Ele me deu a balança, as medidas e o poder de decisão, tornando a escolha numa opção séria e pessoal, isto é, a escolha seria sempre íntima, mesmo havendo a coexistência de duas vontades: a minha e a do Pai. Mas Deus, tal como em todas as minhas outras decisões, não me deixou ao acaso e, para me ajudar nesta escolha, colocou no meu caminho uma pessoa indescritível, o Pe Miguel. Com a sua ajuda, senti que iniciei o meu percurso espiritual pela segunda vez, mas agora com toda a seriedade que essa mesma opção requer. Não duvido, por isso, que o meu Crisma ou que a minha preparação para esse importante marco vital tenham sido os verdadeiros pontos de ação do Espírito Santo, isto é, da força do Criador, em mim. Eu, que não gostava de ir à missa e via a catequese como obrigação e ponto de chegada, passei a olhar este sacramento como um ponto de partida e a olhar as oportunidades como apelos e propostas feitas por Cristo. Fui chamada a ser membro de um grupo de jovens na paróquia (Os Corvos), a contribuir como leitora, a integrar o grupo coral e, a meu ver, a proposta mais impensável, a de ser catequista. Fui recetiva, como sempre sou, e nenhum deles recusei, aliás, ainda hoje integro todos estes grupos porque me sinto completa em cada um deles, como diz Ricardo Reis: “Para ser grande, sê inteiro”. E fui sempre vivendo essa inteireza acompanhada pela sensação extenuante de tranquilidade que sentia quando entrava num espaço de oração. Paradoxalmente era dentro de muros que eu encontrava a liberdade. Era invadida, voluntária ou involuntariamente, pela perceção de exposição, sem que conseguisse controlar ou compreender. E, apesar de já ter passado algum tempo, cerca de dois anos, continuo com a mesma incapacidade de compreensão, com a mesma falta de autocontrolo porque tudo o que é meu e habita em mim se esvai e se liberta, pura e simplesmente, dentro de muros. Diante do sacrário, trazendo mais maturidade, alcanço com plenitude a beleza do mistério de Cristo: eu estou em Cristo e Cristo está em mim, de outro modo, “Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim” (Gálatas 2,20)Como católica, que professa, vive, celebra e reza Cristo, vejo agora o mundo de um outro prisma. A alegria de viver, a preciosidade de cada ser, o serviço ao outro são, à luz da religião em que creio, pontos de apoio e referência no meu dia a dia. Confesso que não me sinto como os outros, nem sinto que sou igual a eles. Sinto que sou diferente porque sei que tenho em mim “um pedacinho de Deus” e, de facto, aqueles que me rodeiam repararam, aquando da minha mudança, na dimensão desse “pedacinho” e no impacto que Ele pode ter em cada um e nos que dele estão próximos. Indescritivelmente sinto que, a partir do momento em que Cristo integra a vida de alguém, esse alguém nunca mais poderá viver sem Ele ou apenas verá o passar dos dias sem neles encontrar um sentido pleno, justo e feliz para a sua vida. Não quero, por este motivo, desfazer-me de uma parte de mim, ou melhor, daquilo que sou: Cristo.

"Encontro com..." José Ilídio Torres

Num ambiente intimista e descontraído, os alunos do 7º ano, turmas A e B, receberem o Escritor José Ilídio Torres. Durante várias aulas a Professora Renata Ribeiro motivou os alunos para a leitura da já vasta obra do Escritor: os poemas não se servem frios, para além do tempo “A tristeza matou os peixes que nadavam nos teus olhos” – Contos e poesia; “Contos de Água e Areia”- Contos; O amor é um tema batido 2011 - Poesia; Para além do tempo (2010) - Contos; Diário de Maria Cura (2009) - Romance, e o seu último livro 4 Histórias de Pais & Filhos.
Deste último, os alunos apresentaram o trabalho de análise de dois contos. Moderadores do debate foram os próprios alunos a conduzir toda a sessão. O escritor falou-lhes das suas grandes paixões: (ser professor, treinador de futebol e escrever. A escrita está-lhe nos genes, disse. Houve ainda lugar à satisfação da curiosidade dos alunos e a momentos de poesia pela voz de José Ilídio Torres e a habitual sessão de autógrafos. 


"Encontro com..." José Ilídio Torres

Num ambiente intimista e descontraído, os alunos do 7º ano, turmas A e B, receberem o Escritor José Ilídio Torres. Durante várias aulas a Professora Renata Ribeiro motivou os alunos para a leitura da já vasta obra do Escritor: os poemas não se servem frios, para além do tempo “A tristeza matou os peixes que nadavam nos teus olhos” – Contos e poesia; “Contos de Água e Areia”- Contos; O amor é um tema batido 2011 - Poesia; Para além do tempo (2010) - Contos; Diário de Maria Cura (2009) - Romance, e o seu último livro 4 Histórias de Pais & Filhos.
Deste último, os alunos apresentaram o trabalho de análise de dois contos. Moderadores do debate foram os próprios alunos a conduzir toda a sessão. O escritor falou-lhes das suas grandes paixões: (ser professor, treinador de futebol e escrever. A escrita está-lhe nos genes, disse. Houve ainda lugar à satisfação da curiosidade dos alunos e a momentos de poesia pela voz de José Ilídio Torres e a habitual sessão de autógrafos. 


"Enconto com..." Rui Basto

.RuiSousa Basto nasceu em 61 do século passado. Na fase da juventude os seus gostosliterários eram: Sartre, Boris Vian, Pessoa, Almada, Eça, Cesário Verde,Hemingway, Garcia Marquez, Huxley, Thomas Mann, Kerouac, Orwell, Kafka, Camus,Neruda, Hermann Hess e quejandos. Na área da música as sua
preferênciascentravam-se no jazz e sucedâneos, mas também o rock sinfónico de Gentle Giant,King Crimson, Genesis, além de Bossa Nova e das canções de intervenção políticado Sérgio, Zeca e do resto da malta. Aprecia Beethoven, Mozart, Bach e demaiscompositores do necrotério da música erudita. Diz ser português de gema eguarda uma nostalgia sebastianista do Portugal de Quinhentos, lamentandoprofundamente não ter nascido no tempo das páginas dos Lusíadas. Formou-se emEngenharia Química, depois em Engenharia e Gestão Industrial e, mais tarde,tirou uma Pós-graduação em Gestão de Empresas. Adora a escrita tendo publicado,“Contos do Efémero” uma coletânea de microcontos, (Opera Omnia, 2011)e"Labirintos" (Calígrafo, 2011). Neste encontro, com alunos da EscolaSec/3 de Barcelinhos, falou-se da importância dos livros e da leitura, dando-seprincipal destaque aos livros do escritor. Os alunos leram alguns dos seuscontos e poemas. O escritor Barcelense deixou no ar a promessa de, em breve,voltar para apresentar o seu próximo trabalho.


 

"Enconto com..." Rui Basto

.RuiSousa Basto nasceu em 61 do século passado. Na fase da juventude os seus gostosliterários eram: Sartre, Boris Vian, Pessoa, Almada, Eça, Cesário Verde,Hemingway, Garcia Marquez, Huxley, Thomas Mann, Kerouac, Orwell, Kafka, Camus,Neruda, Hermann Hess e quejandos. Na área da música as sua
preferênciascentravam-se no jazz e sucedâneos, mas também o rock sinfónico de Gentle Giant,King Crimson, Genesis, além de Bossa Nova e das canções de intervenção políticado Sérgio, Zeca e do resto da malta. Aprecia Beethoven, Mozart, Bach e demaiscompositores do necrotério da música erudita. Diz ser português de gema eguarda uma nostalgia sebastianista do Portugal de Quinhentos, lamentandoprofundamente não ter nascido no tempo das páginas dos Lusíadas. Formou-se emEngenharia Química, depois em Engenharia e Gestão Industrial e, mais tarde,tirou uma Pós-graduação em Gestão de Empresas. Adora a escrita tendo publicado,“Contos do Efémero” uma coletânea de microcontos, (Opera Omnia, 2011)e"Labirintos" (Calígrafo, 2011). Neste encontro, com alunos da EscolaSec/3 de Barcelinhos, falou-se da importância dos livros e da leitura, dando-seprincipal destaque aos livros do escritor. Os alunos leram alguns dos seuscontos e poemas. O escritor Barcelense deixou no ar a promessa de, em breve,voltar para apresentar o seu próximo trabalho.


 

Encerramento das atividades sobre Direitos Humanos

Ao longo de vários dias, a Comunidade Escola da nossa escola mergulhou neste projeto, proposto pela Biblioteca Municipal, em colaboração com a Embaixadora dos Direitos Humanos, D.ra Vitória de Triães. Conseguimos colocar, na nossa árvore, tantos Tsurus quantos os elementos da nossa escola, incluindo professores, alunos e funcionários. 
Hoje, encerramos esta maratona com a participação das turmas do 12º B e D que, numa coreografia criada pelos Professores, Domingos Silva e Ana  Reis, envolveram todos os alunos num ambiente de fraternidade, sensibilizando-os para a importância do respeito pelos Direitos Humanos. No final do dia, rumamos para o centro da cidade de Barcelos para o encerramento das atividades,  entoando "You are the World", acompanhados à viola pelos nossos alunos. 
Agradecemos a todas as pessoas, pais, alunos e funcionários, que tornaram possível esta atividade. Parabéns a todos!

Encerramento das atividades sobre Direitos Humanos

Ao longo de vários dias, a Comunidade Escola da nossa escola mergulhou neste projeto, proposto pela Biblioteca Municipal, em colaboração com a Embaixadora dos Direitos Humanos, D.ra Vitória de Triães. Conseguimos colocar, na nossa árvore, tantos Tsurus quantos os elementos da nossa escola, incluindo professores, alunos e funcionários. 
Hoje, encerramos esta maratona com a participação das turmas do 12º B e D que, numa coreografia criada pelos Professores, Domingos Silva e Ana  Reis, envolveram todos os alunos num ambiente de fraternidade, sensibilizando-os para a importância do respeito pelos Direitos Humanos. No final do dia, rumamos para o centro da cidade de Barcelos para o encerramento das atividades,  entoando "You are the World", acompanhados à viola pelos nossos alunos. 
Agradecemos a todas as pessoas, pais, alunos e funcionários, que tornaram possível esta atividade. Parabéns a todos!