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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Diários de escrita, por Joana Serra, 12º B


E se inventássemos um herói para os dias de hoje?
Em todas as épocas, os super-heróislutam para defender uma pessoa e outra e novamente outra… Hoje, os nossossuper-heróis não têm os poderes extraordinários que tinham em épocasanteriores, mas não é por esse motivo que se deixam abater. Talvez seja issoque os faça continuar.
Se inventássemos um super-herói para osnossos dias, provavelmente com a ajuda das tecnologias, medicinas avançadas etodo o tipo de evolução, esse super-herói não seria humano. Seria uma máquinaperfeita, sem sentimentos, apenas com o dever de proteger cada pessoa quecorresse perigo. Mas, em vez de inventarmos um super-herói, por que razão nãodamos valor aos heróis que nos rodeiam a cada dia? Um médico, um professor, umeducador, um enfermeiro, um pai, uma mãe, um irmão, tios, avós, a nossa famíliae amigos que nos apoiam… Todos eles são os verdadeiros super-heróis.
Quando nascemos, não é um super-heróicheio de poderes extraordinários que nos alimenta e dá amor, são os nossos pais.Quando vamos para a escola, em frente ao quadro não se encontra um super-heróicom todos os seus poderes a ensinar a ler e a escrever, é um professor. Quandoestamos doentes, não é o super-herói famoso que salva vidas que nos vai tratar,é um médico ou enfermeiro.
Assim, não precisamos de inventar umsuper-herói, precisamos de os manter junto a nós, pois eles já existem. É comesses super-heróis que contamos a cada dia. Temos heróis que sepreocupam verdadeiramente e não super-heróis que só existem com o propósito denos defender.

Diários de escrita, por Joana Serra, 12º B


E se inventássemos um herói para os dias de hoje?
Em todas as épocas, os super-heróislutam para defender uma pessoa e outra e novamente outra… Hoje, os nossossuper-heróis não têm os poderes extraordinários que tinham em épocasanteriores, mas não é por esse motivo que se deixam abater. Talvez seja issoque os faça continuar.
Se inventássemos um super-herói para osnossos dias, provavelmente com a ajuda das tecnologias, medicinas avançadas etodo o tipo de evolução, esse super-herói não seria humano. Seria uma máquinaperfeita, sem sentimentos, apenas com o dever de proteger cada pessoa quecorresse perigo. Mas, em vez de inventarmos um super-herói, por que razão nãodamos valor aos heróis que nos rodeiam a cada dia? Um médico, um professor, umeducador, um enfermeiro, um pai, uma mãe, um irmão, tios, avós, a nossa famíliae amigos que nos apoiam… Todos eles são os verdadeiros super-heróis.
Quando nascemos, não é um super-heróicheio de poderes extraordinários que nos alimenta e dá amor, são os nossos pais.Quando vamos para a escola, em frente ao quadro não se encontra um super-heróicom todos os seus poderes a ensinar a ler e a escrever, é um professor. Quandoestamos doentes, não é o super-herói famoso que salva vidas que nos vai tratar,é um médico ou enfermeiro.
Assim, não precisamos de inventar umsuper-herói, precisamos de os manter junto a nós, pois eles já existem. É comesses super-heróis que contamos a cada dia. Temos heróis que sepreocupam verdadeiramente e não super-heróis que só existem com o propósito denos defender.

Em Outubro, a BE sugere

Autor: Ana Margarida Cardoso
Colecção: Viagens Na Ficção
 Data de publicação:Junho de 2012
 Género: Romance 
Para Ana Margarida Cardoso, autora dos livros, Suzannah e O Peão Indomável, trabalhar sem receber não é fácil. Que o digam Ana Luísa e Rui, personagens principais do seu último livro,  dois recém-licenciados em Jornalismo que se veem atirados para um mercado laboral precário e inseguro. Mas quando são escolhidos para estagiar na redação de um dos maiores e mais prestigiados jornais nacionais, nenhum deles pensa sequer em voltar as costas àquela que consideram a maior oportunidade das suas (ainda inexistentes) carreiras.No entanto, o brilhante mundo do jornalismo pode não passar apenas de uma utopia. A complexidade do dia-a-dia das redacções, os paradoxos éticos, a dependência de fontes políticas e a maneira como elas tentam usar os jornalistas num obscuro jogo de poder faz com que a tarefa se torne muito mais difícil que o esperado. E isso intensifica-se quando, em ambiente de pré-campanha para as legislativas, os protagonistas se esbarram num história tão escaldante que poderá ser a bomba impulsionadora para as suas carreiras...

Em Outubro, a BE sugere

Autor: Ana Margarida Cardoso
Colecção: Viagens Na Ficção
 Data de publicação:Junho de 2012
 Género: Romance 
Para Ana Margarida Cardoso, autora dos livros, Suzannah e O Peão Indomável, trabalhar sem receber não é fácil. Que o digam Ana Luísa e Rui, personagens principais do seu último livro,  dois recém-licenciados em Jornalismo que se veem atirados para um mercado laboral precário e inseguro. Mas quando são escolhidos para estagiar na redação de um dos maiores e mais prestigiados jornais nacionais, nenhum deles pensa sequer em voltar as costas àquela que consideram a maior oportunidade das suas (ainda inexistentes) carreiras.No entanto, o brilhante mundo do jornalismo pode não passar apenas de uma utopia. A complexidade do dia-a-dia das redacções, os paradoxos éticos, a dependência de fontes políticas e a maneira como elas tentam usar os jornalistas num obscuro jogo de poder faz com que a tarefa se torne muito mais difícil que o esperado. E isso intensifica-se quando, em ambiente de pré-campanha para as legislativas, os protagonistas se esbarram num história tão escaldante que poderá ser a bomba impulsionadora para as suas carreiras...