Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

O Sarau em Palavras - Alda João Andrade, 10º ano


Somosum… Não eu e tu, mas um NÓS caloroso aqui veementemente representado! Éprecisamente isso que somos, UM! Uma unidade mesclada por esta grande escolaque completa agora uns quantos anos de existência.
Ensinaram-meque, num qualquer lugar e num qualquer tempo, existiam escolas que “eramgaiolas para que os pássaros desaprendessem a arte do voo”. Escolas queencarceram o pensamento de todos os seus educandos, para que assim, os consigamlevar para onde bem entenderem. Escolas que vêm com os seus dedos pesados deferrugem, desgastando as asas de todos aqueles que por lá pairam. Todavia, aessência dos pássaros é o voo, e se até isso lhes exturquem, deixaram de serpássaros!
Nãoreconheci essa realidade – a experiência própria falava mais alto, impedindo-mede observar com bons olhos essa atroz realidade. Invariavelmente, a únicaverdade que eu conhecia era a de uma escola que, ao invés de carcomer as asasdos seus Homens, cultiva-as, fomenta o seu bom uso! Uma escola que não sobreveiopara adestrar aos pássaros a arte do voo, até porque isso já nasce com eles;brotou sim para encorajá-lo e aperfeiçoá-lo! Para que os pássaros se tornembons pássaros, capazes de singrar por entre a monotonia da sua vida.
Vai-seo tempo, vão-se os lugares, vão-se ou não se vão os semelhantes. O cenáriomantém-se, até porque a escola permanece no mesmo local - talvez apenas umpouco mais degradada pelo decorrer natural do tempo. Mas, não obstante essedesgaste físico, o espírito mantém-se intacto: a união de todos aquelespersonagens que vão pisando este palco que é renovado a cada ano sojorna noauge! E por isso, por todos os personagens, quer os que ainda cá estão, quer osque já não cá habitam, que já integraram e/ou integram o elenco desta peça queé a história desta escola que nos une, uma certeza eu posso dar: não obstantetudo passar, o tempo correr e as vidas mudarem, há algo que fica – as memórias.As memórias de um outrora passado nesta escola. E essas permanecem bem vincadas!
Etudo isto se resume numa única palavra: OBRIGADA! Um obrigada sincero, porestes 25 anos a fazer crescer as asas de todos aqueles que jamais seimaginariam capazes de voar!


O Sarau em Palavras - Alda João Andrade, 10º ano


Somosum… Não eu e tu, mas um NÓS caloroso aqui veementemente representado! Éprecisamente isso que somos, UM! Uma unidade mesclada por esta grande escolaque completa agora uns quantos anos de existência.
Ensinaram-meque, num qualquer lugar e num qualquer tempo, existiam escolas que “eramgaiolas para que os pássaros desaprendessem a arte do voo”. Escolas queencarceram o pensamento de todos os seus educandos, para que assim, os consigamlevar para onde bem entenderem. Escolas que vêm com os seus dedos pesados deferrugem, desgastando as asas de todos aqueles que por lá pairam. Todavia, aessência dos pássaros é o voo, e se até isso lhes exturquem, deixaram de serpássaros!
Nãoreconheci essa realidade – a experiência própria falava mais alto, impedindo-mede observar com bons olhos essa atroz realidade. Invariavelmente, a únicaverdade que eu conhecia era a de uma escola que, ao invés de carcomer as asasdos seus Homens, cultiva-as, fomenta o seu bom uso! Uma escola que não sobreveiopara adestrar aos pássaros a arte do voo, até porque isso já nasce com eles;brotou sim para encorajá-lo e aperfeiçoá-lo! Para que os pássaros se tornembons pássaros, capazes de singrar por entre a monotonia da sua vida.
Vai-seo tempo, vão-se os lugares, vão-se ou não se vão os semelhantes. O cenáriomantém-se, até porque a escola permanece no mesmo local - talvez apenas umpouco mais degradada pelo decorrer natural do tempo. Mas, não obstante essedesgaste físico, o espírito mantém-se intacto: a união de todos aquelespersonagens que vão pisando este palco que é renovado a cada ano sojorna noauge! E por isso, por todos os personagens, quer os que ainda cá estão, quer osque já não cá habitam, que já integraram e/ou integram o elenco desta peça queé a história desta escola que nos une, uma certeza eu posso dar: não obstantetudo passar, o tempo correr e as vidas mudarem, há algo que fica – as memórias.As memórias de um outrora passado nesta escola. E essas permanecem bem vincadas!
Etudo isto se resume numa única palavra: OBRIGADA! Um obrigada sincero, porestes 25 anos a fazer crescer as asas de todos aqueles que jamais seimaginariam capazes de voar!


Diários de Escrita, por Pedro Lopes, 11º D


 As cores têm uma grande importância simbólica na nossa sociedade, sendo esta nossa capacidade de as distinguir um autêntico luxo e o exemplo de que nem toda a arte precisa de ser criada, muita encontra-se já à nossa vista.A cor é sem dúvida uma relíquia que os nossos olhos distinguem. Muitos animais são limitados neste aspeto, ora distinguem pela audição, ora são mais aptos às vibrações e ao toque. Nós, seres humanos, temos a capacidade de distinguir várias cores e assim ter uma excelente visão do mundo. Já se imaginou o mundo sem cor? Onde distinguíamos raças, símbolos e bandeiras? O que era o bonito e o feio se não houvesse cor? Onde havia lugar para a própria arte em si? Imaginemo-nos num mundo conhecido apenas pela audição. Seríamos o ser supremo que somos agora? Eu realmente duvido, não ia haver paixão, não havia arte, não havia observação. Ou melhor, o que seria da visão sem cor? A cor faz com que nós possamos distinguir tudo, o azul do céu no mar, o verde das árvores e o branco da neve. Não são estes símbolos de um mundo? O que seria das árvores sem verde ou da neve sem branco?Tudo isto reflete a importância da cor para a nossa cultura, a cor é a arte suprema e não tem preço. Eu não imagino o meu mundo sem cor, porque cor não reflete apenas brilho e tonalidade mas também sentimentos e emoções. Sendo assim somos sortudos por poder presenciar um mundo onde a cor está à nossa vista e de maneiras tão variadas.

Diários de Escrita, por Pedro Lopes, 11º D


 As cores têm uma grande importância simbólica na nossa sociedade, sendo esta nossa capacidade de as distinguir um autêntico luxo e o exemplo de que nem toda a arte precisa de ser criada, muita encontra-se já à nossa vista.A cor é sem dúvida uma relíquia que os nossos olhos distinguem. Muitos animais são limitados neste aspeto, ora distinguem pela audição, ora são mais aptos às vibrações e ao toque. Nós, seres humanos, temos a capacidade de distinguir várias cores e assim ter uma excelente visão do mundo. Já se imaginou o mundo sem cor? Onde distinguíamos raças, símbolos e bandeiras? O que era o bonito e o feio se não houvesse cor? Onde havia lugar para a própria arte em si? Imaginemo-nos num mundo conhecido apenas pela audição. Seríamos o ser supremo que somos agora? Eu realmente duvido, não ia haver paixão, não havia arte, não havia observação. Ou melhor, o que seria da visão sem cor? A cor faz com que nós possamos distinguir tudo, o azul do céu no mar, o verde das árvores e o branco da neve. Não são estes símbolos de um mundo? O que seria das árvores sem verde ou da neve sem branco?Tudo isto reflete a importância da cor para a nossa cultura, a cor é a arte suprema e não tem preço. Eu não imagino o meu mundo sem cor, porque cor não reflete apenas brilho e tonalidade mas também sentimentos e emoções. Sendo assim somos sortudos por poder presenciar um mundo onde a cor está à nossa vista e de maneiras tão variadas.

Diários de Escrita, por Cátia Silva, 11º K

Dos vários livros que li, ao longo deste ano letivo, do que mais gostei foi o da “Suzannah” de Ana Margarida Cardoso, pois foi um livro que me cativou desde a primeira página.Este livro retrata a violência doméstica e foi escrito por Ana Margarida Cardoso quando tinha apenas 14 anos.Este livro apresenta-nos a história de uma adolescente de 14 anos chamada Carolina que, ao longo do livro, nos vai contando o seu quotidiano escolar, o seu ambiente familiar, as vivências, as suas histórias. Carolina conta-nos aquelas intrigas que existiam entre colegas na escola, aquelas intrigas que existiam por causa das primeiras paixões, dos primeiros amores.O tema marcado neste livro é a violência doméstica, conjugal, isto é, o marido agride a sua mulher e, a uma certa altura, a violência chega a tal ponto que o pai acaba por agredir Carolina.Estes comportamentos provocam em Carolina vergonha e medo de seu pai, ela desejava que seus pais se separassem para o bem de toda a família, principalmente da sua mãe, pois Carolina não suportava vê-la sofrer mais e ser violentada pelo seu pai. Carolina vivia nesta situação em casa e por isso ela rejeitava qualquer relacionamento com alguém, neste caso, Diogo, porque tinha medo que ele se tornasse um agressor tal como seu pai.Carolina, apesar de toda esta situação dramática que vive, consegue continuamente vencer estas batalhas sempre com um sorriso na cara. É uma grande lutadora, tenta viver a vida da melhor forma sempre com autoestima. E, para conseguir ultrapassar todos os obstáculos, conta com a sua melhor amiga – Júlia - é com a Júlia que Carolina desabafa os bons e maus momentos. Júlia tenta que Carolina nunca deixe de sorrir, que nunca perca a esperança e, para isso, acarinha-a, conta-lhe piadas sem sentido, apoia-a até ao fim. Eu gostei muito deste livro, porque retrata um tema muito vivido e tão pouco falado e o livro reproduz, de forma fidedigna, a realidade, como se estivéssemos a viver. E, para concluir, deixo uma mensagem final de Carolina:“O amor faz-nos acreditar na felicidade […] Não poderia deixar de terminar este relato de um pedaço da minha vida com a mesma frase final que está presente em todos os livros de príncipes e princesas encantadas: “E foram felizes para sempre”. A vida são dois dias. Não devemos desperdiçar o primeiro a entender isso. Sejam felizes também.”

Diários de Escrita, por Cátia Silva, 11º K

Dos vários livros que li, ao longo deste ano letivo, do que mais gostei foi o da “Suzannah” de Ana Margarida Cardoso, pois foi um livro que me cativou desde a primeira página.Este livro retrata a violência doméstica e foi escrito por Ana Margarida Cardoso quando tinha apenas 14 anos.Este livro apresenta-nos a história de uma adolescente de 14 anos chamada Carolina que, ao longo do livro, nos vai contando o seu quotidiano escolar, o seu ambiente familiar, as vivências, as suas histórias. Carolina conta-nos aquelas intrigas que existiam entre colegas na escola, aquelas intrigas que existiam por causa das primeiras paixões, dos primeiros amores.O tema marcado neste livro é a violência doméstica, conjugal, isto é, o marido agride a sua mulher e, a uma certa altura, a violência chega a tal ponto que o pai acaba por agredir Carolina.Estes comportamentos provocam em Carolina vergonha e medo de seu pai, ela desejava que seus pais se separassem para o bem de toda a família, principalmente da sua mãe, pois Carolina não suportava vê-la sofrer mais e ser violentada pelo seu pai. Carolina vivia nesta situação em casa e por isso ela rejeitava qualquer relacionamento com alguém, neste caso, Diogo, porque tinha medo que ele se tornasse um agressor tal como seu pai.Carolina, apesar de toda esta situação dramática que vive, consegue continuamente vencer estas batalhas sempre com um sorriso na cara. É uma grande lutadora, tenta viver a vida da melhor forma sempre com autoestima. E, para conseguir ultrapassar todos os obstáculos, conta com a sua melhor amiga – Júlia - é com a Júlia que Carolina desabafa os bons e maus momentos. Júlia tenta que Carolina nunca deixe de sorrir, que nunca perca a esperança e, para isso, acarinha-a, conta-lhe piadas sem sentido, apoia-a até ao fim. Eu gostei muito deste livro, porque retrata um tema muito vivido e tão pouco falado e o livro reproduz, de forma fidedigna, a realidade, como se estivéssemos a viver. E, para concluir, deixo uma mensagem final de Carolina:“O amor faz-nos acreditar na felicidade […] Não poderia deixar de terminar este relato de um pedaço da minha vida com a mesma frase final que está presente em todos os livros de príncipes e princesas encantadas: “E foram felizes para sempre”. A vida são dois dias. Não devemos desperdiçar o primeiro a entender isso. Sejam felizes também.”