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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

O Lugar da Poesia, por Daniela Alves, 10º A


Asas de andorinha, LIBERDADE!
Fui adormecendolentamente
à medida que a noite caía.
Fui acordando suavemente
para um sonho repleto de magia.  

Senti correr-menas veias
aquela sensação de liberdade.
Uma sensação que ainda hoje
permanece incompleta na realidade!

Por isso,limitei-me a usar a imaginação,
perdendo-me no pensamento e
voando pelo firmamento.

Sim, ganhei asas…
Asas de andorinha,
asas que por uma noite
me deixaram ser rainha!

Envolvida num marde sensações
nem conseguia explicar,
que liberdade era aquela
que me invadia sem perguntar.

Porque liberdade
não é mais que voar sem destino,
escolher um caminho,
tomar  uma responsabilidade,
agir com verdade!

E o que seriamosnós sem Liberdade?
Seriamos…
…pássaros semasas;
…criançasincapazes de sonhar;
…peixes sembarbatanas;
…seres incapazesde pensar!

E afinal,
O que fica de péquando a liberdade cair?
                                                

O Lugar da Poesia, por Daniela Alves, 10º A


Asas de andorinha, LIBERDADE!
Fui adormecendolentamente
à medida que a noite caía.
Fui acordando suavemente
para um sonho repleto de magia.  

Senti correr-menas veias
aquela sensação de liberdade.
Uma sensação que ainda hoje
permanece incompleta na realidade!

Por isso,limitei-me a usar a imaginação,
perdendo-me no pensamento e
voando pelo firmamento.

Sim, ganhei asas…
Asas de andorinha,
asas que por uma noite
me deixaram ser rainha!

Envolvida num marde sensações
nem conseguia explicar,
que liberdade era aquela
que me invadia sem perguntar.

Porque liberdade
não é mais que voar sem destino,
escolher um caminho,
tomar  uma responsabilidade,
agir com verdade!

E o que seriamosnós sem Liberdade?
Seriamos…
…pássaros semasas;
…criançasincapazes de sonhar;
…peixes sembarbatanas;
…seres incapazesde pensar!

E afinal,
O que fica de péquando a liberdade cair?
                                                

O Lugar da Poesia, por Cláudia Costa, 12º A



Lágrimas

Pesam nos meus olhos
As lágrimas da tristeza que sinto.
São transparentes, ninguém as vê.
Mas acreditem que eu não minto.

São lágrimas
Aquelas que certo poeta
Verificou serem iguais
Seja qual for o lado da moeda.

São de dor e saudade
Por alguém que partiu.
São lágrimas da realidade
Que eu e tu partilhamos.

Será justo esperarmos
Por alguém que nos ajude
Que nos limpe o que choramos
Pela realidade trágica do Mundo?

O Lugar da Poesia, por Cláudia Costa, 12º A



Lágrimas

Pesam nos meus olhos
As lágrimas da tristeza que sinto.
São transparentes, ninguém as vê.
Mas acreditem que eu não minto.

São lágrimas
Aquelas que certo poeta
Verificou serem iguais
Seja qual for o lado da moeda.

São de dor e saudade
Por alguém que partiu.
São lágrimas da realidade
Que eu e tu partilhamos.

Será justo esperarmos
Por alguém que nos ajude
Que nos limpe o que choramos
Pela realidade trágica do Mundo?

O Lugar da Poesia, por Pedro Manuel Simões Fernandes, 11º A

Hoje sentei-me no banco do jardim
onde nós, por feito do destino, nos conhecemos,
onde nos sentávamos a impor palavras,
onde víamos o sol nascer com o cantar dos pássaros
e pôr-se atrás do mar que se silenciava.
Mas hoje tudo isto me pareceu estranho.
O sol nasceu e os pássaros emudeceram
e, quando se pôs, as ondas do mar rebentaram.
Faltava-me completar o dia com as tuas palavras.
Todavia, tu não estavas lá empiricamente.
O teu perfume não o levava o vento,
nem a tua voz se sobrepunha aos passos na calçada.
Hoje, tu não existias naquele jardim.
Ninguém deu pela tua falta na rua
porque nunca contaram as flores dos canteiros.
Mas eu contei e hoje faltava a mais formosa.
Desapareceu o aroma do fado da praça
cantado pela singular voz de um adolescente,
que entre as notas da guitarra portuguesa dizia:
Chorem os céus com tanto brilhar,
Hoje morreu a esperança com aquele luar.

O Lugar da Poesia, por Pedro Manuel Simões Fernandes, 11º A

Hoje sentei-me no banco do jardim
onde nós, por feito do destino, nos conhecemos,
onde nos sentávamos a impor palavras,
onde víamos o sol nascer com o cantar dos pássaros
e pôr-se atrás do mar que se silenciava.
Mas hoje tudo isto me pareceu estranho.
O sol nasceu e os pássaros emudeceram
e, quando se pôs, as ondas do mar rebentaram.
Faltava-me completar o dia com as tuas palavras.
Todavia, tu não estavas lá empiricamente.
O teu perfume não o levava o vento,
nem a tua voz se sobrepunha aos passos na calçada.
Hoje, tu não existias naquele jardim.
Ninguém deu pela tua falta na rua
porque nunca contaram as flores dos canteiros.
Mas eu contei e hoje faltava a mais formosa.
Desapareceu o aroma do fado da praça
cantado pela singular voz de um adolescente,
que entre as notas da guitarra portuguesa dizia:
Chorem os céus com tanto brilhar,
Hoje morreu a esperança com aquele luar.