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Biblioteca Escolar Dr. António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Biblioteca Escolar Dr. António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

25.Nov.11

"Kapa'on'School": 2ª edição


A Rádio Kapa, em colaboração com a Biblioteca Escolar e o Clube da Língua Portuguesa, organiza a 2ª edição da "Kapa'on'School", uma oficina de rádio que permitirá aos alunos o contacto direto com o mundo radiofónico.

Os alunos irão poder participar na emissão online da rádio e criar o seu próprio programa de rádio, além de aprender algumas técnicas radiofónicas.

As inscrições estão abertas até ao próximo dia 2 de dezembro na biblioteca ou, por e-mail, em onschool@radiokapa.com.
Mais info: http://onschool.radiokapa.com.
24.Nov.11

“Universo em expansão acelerada” – Prémio Nobel da Física 2011. Prof. Doutor Carlos Fiolhais

Hoje, no auditório da Câmara Municipal de Barcelos, realizou-se uma conferência proferida pelo Professor Doutor Carlos Fiolhais, sobre o tema Universo em expansão acelerada. As turmas A e C do 12º Ano marcaram, mais uma vez, presença nesta interessante iniciativa da Biblioteca Municipal de Barcelos, na semana da Ciência.
O orador explicou a teoria da expansão do Universo, baseada numa observação constante e bem documentada do céu e de certos fenómenos físicos. O palestrante referiu que, ao falarmos deste tema, estamos, de forma inevitável, a falar sobre o passado, o presente e, naturalmente, o futuro. O Universo está em constante expansão, no entanto a sua origem e o seu futuro ainda nos escapam.
As teorias sobre o Universo foram várias e sofreram grandes alterações ao longo do tempo: Galileu, Newton, Einstein e Hubble foram, sem dúvida, cientistas muito importantes para este desenvolvimento. O professor, destacou a constante construção do conhecimento assemelhando-a a uma pirâmide. Neste sentido, Einstein não poderia ter desenvolvido as suas teorias sem a base de Galileu e de Newton. O topo da pirâmide está, por ora, por preencher, ou seja, Einstein tem “os ombros livres” para que alguém, com uma nova teoria, suba a pirâmide (nesse caso, dar-se-á um avanço substancial na ciência).
A teoria mais aceite pela comunidade científica sobre a origem do Universo é a teoria do Big Bang ou da grande explosão. Esta está sustentada em 3 factos observáveis: 1- Desvio para o vermelhoque prova que o Universoestá em expansão; 2- A radiação cósmica de fundo; 3- A proporção entre os elementos leves encontrada no universo. Esta teoria pressupõe que o início do universo ocorreu há 14 mil milhões de anos com o aparecimento do espaço e do tempo
Hubble,   através de observações telescópicas das galáxias, contribuíu para a teoria que hoje é aceite uma vez que estas comprovaram que as galáxias estão cada vez mais longe e, quanto mais longe estão, maior é a velocidade do seu afastamento.
O Professor  realçou ainda os físicos que foram galardoados com o Prémio Nobel 2011. Estes observaram a explosão de super novase, medindo a distância entre elas, concluíram a expansão acelerada do universo.
No final da palestra, houve algum tempo para questões. Este tempo foi muito proveitoso uma vez que os alunos aproveitaram bem o facto de ter, perante eles, um génio português da Física para satisfazer a sua curiosidade.
por, Marta Sá e Ana Rita Vilas-Boas, alunas do 12º A da ESB
24.Nov.11

"Três exigências da fala". Prof. Doutor Roque Cabral

A convite da Biblioteca Municipal de Barcelos, os alunos das turmas A e C do 12º ano e 11º C da ESB participaram, ontem, numa conferência intitulada: “ Três exigências da fala”. O orador, Professor Doutor Roque Cabral, catedrático da Universidade Católica, numa linguagem muito acessível, falou sobre as qualidades do falar (sinceridade, verdade e discrição) e acrescentou duas exigências que deveriam regular as relações interpessoais: a justiça e o amor. “Procurar ser verdadeiro pressupõe que nos devemos informar correctamente sobre aquilo que não sabemos”.
Por oposição à verdade, o eminente Professor abordou ainda o conceito de mentira,” aquilo que se opõe à verdade e à sinceridade”. O primeiro filósofo que se debruçou sobre a mentira foi um grande entusiasta da verdade - Santo Agostinho. Para este grande filósofo, dos séculos III e IV, a mentira seria “o abuso da capacidade de falar porque a estaríamos a usar, não para ser verdadeiro e sincero (qualidades do falar), mas para enganar”.” Quem mente está a deturpar a finalidade expressiva que Deus lhe deu”, afirmava Santo Agostinho.
No século XVII, afirmou ainda o orador, surgiu, entre os pensadores cristãos, o conceito de “restrição mental” que consiste no seguinte: à palavra pronunciada, acrescentar um gesto que só o próprio perceberia. As palavras seriam mentalmente pronunciadas e acompanhadas por um gesto que apenas o próprio saberia e por isso qualquer mentira poderia ser “perdoada”. Pascal, físico do século XVII, troçou deste tipo de solução e Francisco Soares, filósofo espanhol do século XV, defendeu que não se pode fazer distinção entre uma frase pronunciada e uma frase pensada.
O Professor esclareceu também que, em qualquer debate, é indispensável sermos rigorosos na explicação do termos que usamos para evitarmos falsas interpretações e falaciosos argumentos.
Uma excelente e pertinente conferência! Obrigada, Professor!
22.Nov.11

Diários de Escrita, por Paulo Novais e João Edgar, 11º

O Pai
O "meu" Pai tem um nome e uma idade, mas não é isso que importa. É um homem simples como todos os outros, que trabalha todos os dias arduamente e sempre com a preocupação de chegar a casa e ver que a família tem tudo o que precisa.
Hoje em dia, o papel do Pai já começa a ser partilhado com o da Mãe, as decisões começam a ser tomadas em conjunto, assim como as tarefas domésticas.
Educar os filhos talvez seja a tarefa mais complexa que um Pai desfruta, ter tempo para estar com eles, ensinar os valores mais importantes da vida e, acima de tudo, fazer com que eles se sintam felizes.
Assim, o Pai é um líder, porque procura encaminhar a família para que tenha sucesso, não só a nível familiar mas também a nível profissional.

22.Nov.11

Diários de Escrita, por Carolina Gonçalves, 11º D

As nossas preferências

A escrita é uma das áreas da minha preferência, sendo a arte que mais me atrai. É uma forma sublime de expressão do eu do autor que deixa sempre a sua marca, tornando todas as suas obras de certo modo autobiográficas. É belíssima, e liberta para a vida histórias e fantasias e mundos mirabolantes. É também a liberdade máxima de manifestação da opinião humana, as críticas e os louvores, uma pequena e construtiva ajuda a um mundo melhor.
No extremo oposto, como área que menos aprecio, encontra-se a solidariedade. Não quer dizer que não seja uma pessoa solidária, aliás, tento sê-lo a todos os momentos e cada vez mais, como julgo ser mais correto. São as razões, no entanto, por detrás dessa solidariedade que me incomodam. A maior parte das pessoas que participa em ações solidárias fá-lo com hipocrisia e cinismo por um estatuto social, expiação da culpa e dos pecados, obrigação, sensação de superioridade. Ninguém ajuda pelo simples e humilde ajudar.
Há também outro aspeto de que não gosto na solidariedade. Por vezes, demasiadas vezes, ajuda demais. Ajuda a pessoas que não merecem, ou pior, não querem ser ajudadas. Também se dão as situações em que os seus beneficiários se tornam comodistas e dependentes, e desistem de lutar eles próprios pelas suas vidas.
Assim, há muitas áreas à escolha, privilegio umas, não gosto tanto de outras. Todavia, todas elas devem ser desenvolvidas para o indivíduo se tornar multifacetado e completo. Apenas, ao atingir o máximo em todas as áreas, o ser humano pode quebrar e ultrapassar os limites da sua potencialidade.

21.Nov.11

Feira do Livro

A Biblioteca tem o prazer de convidar toda a comunidade educativa e público em geral, para a apresentação do livro Estatística Aplicada à Investigação Científica nas Ciências do Desporto, do Doutor Domingos Silva, no dia 15 de Dezembro, às 21h00. Esta apresentação está incluída  no programa da nossa Feira do Livro a decorrer de 12 a 15 de Dezembro. Em breve, divulgaremos mais eventos.

 
16.Nov.11

Diários de Escrita, por José Miguel e Regina, 11º D

As nossas preferências
A música é uma área com a qual nos identificamos. A música faz parte do dia a dia de cada um de nós. Alivia-nos do stress da rotina diária e faz com que os nossos problemas desvaneçam por breves instantes, como se a nos transportasse para um mundo diferente do real. A música foi e é uma constante na vida das pessoas que a apreciam tendo sido transmitida de geração em geração.
Em Portugal, o fado é uma tradição musical. Grandes nomes como Amália, Marisa, Carlos do Carmo, entre outros, fazem do fado um símbolo nacional muitas vezes levado a um patamar mundial.
Os jovens veem a música numa vertente pop e rock, levando-os a grupos musicais como Green Day, U2, Linkin Park, Simple Plan, Coldplay e a artistas a solo como Eminem, Adele, Shakira, entre outros. Já as pessoas de mais idade continuam a preferir a música nacional, como José Cid, Paulo Gonzo, Carlos Paião e, como não poderia faltar aos nossos minhotos, o folclore.
É esta a vantagem da música, a sua grande variedade permite que todos possam ouvir aquilo que mais se adequa aos seus gostos musicais. A música é uma arte, é uma história que nos é contada com ritmo.
O seu grande objetivo é transmitir-nos uma mensagem e, por vezes, são contadas experiências de vida com as quais nos identificamos e que nos levam a ouvir determinadas músicas. Tudo isto a torna especial.
A solidariedade é uma área com a qual não nos identificamos. A solidariedade à primeira vista parece-nos algo bom e admirável. É algo que parece ser praticado apenas com a intenção de ajudar quem necessita, mas, na maior parte das vezes, é usada como forma de atingir um bem que desejamos mais do que a felicidade do outro. Quando isto acontece, a solidariedade transforma-se de algo bom em algo hipócrita, egoísta e cínico. A solidariedade quando é verdadeira é praticada com sinceridade e lealdade e não com superioridade e vaidade.
Nos tempos de hoje, há poucas pessoas verdadeiramente solidárias, pois a vida obriga-nos a tomar um rumo solitário e desleal.
16.Nov.11

"Diários de Escrita", por Ana Catarina Miranda e Ana Catarina Vilas Boas

MÃE!
Guerreira, lutadora, determinada, persistente, optimista, única, verdadeira, realista, líder… é a Mãe!
Todos sabemos que foi ela quem nos abriu as portas ao mundo, é ela que nos apoia e dá força para enfrentar os problemas, é ela a pessoa que nos conhece melhor. Por vezes, surge-nos a dúvida de “como é que ela nos conhece tão bem?”. Não temos a perfeita noção da resposta, mas de uma coisa temos a certeza, à mãe é quase impossível omitir a verdade e mostrar uma pessoa que não somos porque, com o passar do tempo, ela adquire o poder de nos conhecer interiormente sem “se’s” nem “porquê’s”.
Outro papel da mãe nas nossas vidas é o facto de quererem sempre mais de nós, tanto a nível pessoal como profissional. Independentemente do mal que façamos e dos erros que cometamos, seremos sempre os seus filhos, os melhores!
Na nossa opinião, a Mãe é a única pessoa que merece o verdadeiro significado da palavra líder, nunca deixa nada por fazer, preocupa-se com o bem de todos e tem só uma cara e só uma palavra. Não há ninguém que possa apagar todas as nossas vivências e o papel que ela tem na nossa vida, ninguém pode afirmar que a Mãe é só mais uma pessoa como todas as outras, porque não é! A Mãe é única e insubstituível!
08.Nov.11

Diários de Escrita, por Cristina Ribeiro, nº 11, 12º A

Pessoas significativas
Toda a nossa existência é marcada por convivências, acontecimentos e experiências, que nos marcam e nos ajudam a criar a nossa identidade e personalidade. Mesmo que não notemos, são muito importantes e ensinam-nos sempre coisas novas.
Todos conhecemos pessoas que admiramos, pessoas que nos influenciam, pessoas que consideramos “heróis”, pessoas que queremos ser como eles quando formos grandes. No meu caso essa pessoa é a minha avó. Dizer que esta é a “melhor avó do mundo” seria cliché, mas não seria mentira, visto que ela é um exemplo para toda a família e especialmente para mim que cresci junto dela.
Os avós têm sempre muito para nos ensinar, quando temos tanto para aprender. É um privilégio poder conviver com os nossos avós, não fossem eles os nossos segundos pais, com mais paciência e com tanto amor e carinho para dar. A minha avó é o exemplo disso, mesmo depois de ter perdido o amor da sua vida e ter ficado cega não se tornou uma pessoa triste, revoltada, muito menos amarga. Hoje com mais de 80 anos e sem grande formação escolar continua uma pessoa jovem que adora conversar com os netos, sendo a confidente de muitos de nós. Gosta de manter-se actualizada às notícias do mundo.
Quando eu era criança, passava grande parte do tempo com ela a ouvir as muitas histórias da sua infância e juventude. Quando aprendi a ler era eu que lhe lia histórias. Mesmo cega, brincava muito comigo e fazia de tudo para me entreter.
Hoje, não poderia escolher apenas um momento importante, nem nada por que tenha passado que me tenha marcado, porque toda a minha vida está marcada pela sua presença, pela sua influência, pelos seus ensinamentos, pelo seu contributo na minha educação e formação na pessoa que sou hoje. Ela é uma das pessoas que mais presentes e importantes na minha vida, e só lhe tenho a agradecer por isso.

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