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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Chá de Livros

Uma ilusão ou realidade de sabor

Pelejar de tinta momentânea
Que renova numa breve meditação
De sonhos semeados no manifesto
Das folhas encantadas na actuação.

Suspende o espaço, cessando a questão.
Um suave movimento de retorno se agita.
Índole espírito se purifica na aragem,
Moderando o ardor, comutado por um doce que se agita.

Infusão de folhas de leve fragrância,
De aroma terno, de sabor amargo.
Contempla a melodia, acrescenta o cheiro,
Uma escultura de espírito, um simples descargo.
Rosa Proença, Professora de Filosofia

No horizonte o seu castelo.
De uma vitoriosa batalha voltava.
Sangue nas pernas, braços e cabelo
O rei, em casa, estava.

Sem demoras, as muralhas atravessou,
Cavalgando rapidamente.
E à porta de seu castelo parou.
E sem hesitação na mente
Desceu do cavalo e entrou.

Dirigiu-se à sala das refeições
E deliciou-se com um chá.
Quais aliados, inimigos, nações ou facções
Esta bebida sabia-lhe ainda melhor
Pois, por ela, trespassou corações.

Este cavaleiro sentia-se em paz na guerra.
Mas a beber um chá, ali na sua terra
Onde ele ditava a lei,
É que ele se sentiu rei.
Maurício Peixoto, 12ºB

Chá de Livros

Uma ilusão ou realidade de sabor

Pelejar de tinta momentânea
Que renova numa breve meditação
De sonhos semeados no manifesto
Das folhas encantadas na actuação.

Suspende o espaço, cessando a questão.
Um suave movimento de retorno se agita.
Índole espírito se purifica na aragem,
Moderando o ardor, comutado por um doce que se agita.

Infusão de folhas de leve fragrância,
De aroma terno, de sabor amargo.
Contempla a melodia, acrescenta o cheiro,
Uma escultura de espírito, um simples descargo.
Rosa Proença, Professora de Filosofia

No horizonte o seu castelo.
De uma vitoriosa batalha voltava.
Sangue nas pernas, braços e cabelo
O rei, em casa, estava.

Sem demoras, as muralhas atravessou,
Cavalgando rapidamente.
E à porta de seu castelo parou.
E sem hesitação na mente
Desceu do cavalo e entrou.

Dirigiu-se à sala das refeições
E deliciou-se com um chá.
Quais aliados, inimigos, nações ou facções
Esta bebida sabia-lhe ainda melhor
Pois, por ela, trespassou corações.

Este cavaleiro sentia-se em paz na guerra.
Mas a beber um chá, ali na sua terra
Onde ele ditava a lei,
É que ele se sentiu rei.
Maurício Peixoto, 12ºB