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Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Beaf - Biblioteca Escolar António Ferraz

"Ler engrandece a alma!" [Voltaire]

Setembro - mês da Literacia

Dia Internacional da Literacia

Criado pela Unesco em 1967, o Dia Internacional da Literacia, celebrado a 8 de setembro, visa concentrar as atenções mundiais na aprendizagem da alfabetização na aprendizagem ao longo da vida, com foco principal nos jovens e nos adultos.

Em 2020 e ao longo do mês de setembro, a Unesco chama a atenção, durante a crise do COVID-19 e no pós-pandemia, para o ensino e a aprendizagem, alertando especialmente para as dificuldades acrescidas neste contexto, e para a importância dos educadores, na premente mudança, cuidarem das suas práticas pedagógicas.

Literacia é a capacidade para perceber e interpretar o que é lido.

A Literacia remete, tradicionalmente, para um conjunto de capacidades de alfabetização identificadas com a aquisição de competências básicas de leitura, escrita e cálculo e consideradas uma parte intrínseca do direito universal à educação e à aprendizagem ao longo da vida.

ONU e a UNESCO têm estado na vanguarda deste esforço global desde 1946, acompanhando as mudanças de um mundo cada vez mais digital, rico em informação e mediado por muitos tipos de textos

 

 

Divulgação Catálogo PNL

 

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Catálogo PNL

Os livros recomendados pelo PNL2027 respeitantes ao 1.º semestre de 2020-2021 já se encontram no Catálogo PNL. As sugestões de leitura incluem, como habitualmente, temas variados e destinam-se a todos os públicos - crianças, jovens e adultos. 

Estas recomendações podem ser contempladas nas leituras dos diferentes projetos, atividades e aprendizagens formais e informais que os AE/ENA estejam a desenvolver, ou venham a integrar.

Os livros apresentados resultam, como em edições anteriores, da seleção prévia feita pelas editoras, a quem o PNL2027 manifesta o seu agradecimento, e da posterior seleção por um conjunto de especialistas independentes, de reconhecido mérito e qualificação nas diferentes áreas.

 

Lenços dos Namorados

Lenço dos namorados

Lenços dos Namorados

No âmbito da Semana dos Afetos, os alunos da turma do 8º A abraçaram, com entusiasmo, o desafio lançado pela professora de Português no sentido de recriarem os tão populares tradicionais lenços dos namorados. Assim nasceram estas lindas quadras, que aqui partilhamos convosco.

Soltas em quadradinhos coloridos por pequenos artistas, são, sem dúvida, bem merecedoras de partilha.

 

 

 

Carlos Ruiz Zafón

Morreu o escritor Carlos Ruiz Zafón, autor de "A Sombra do Vento"

O escritor catalão tinha 55 anos e lutava contra um cancro desde 2018. Morreu em Los Angeles, cidade onde vivia desde a década de 90.

Morreu o escritor Carlos Ruiz Zafón, autor de

"Carlos Ruiz Zafón, Barcelona, 1964 - Los Angeles, 19 de junho de 2020", lê-se na página dedicada ao autor no portal da editora espanhola Planeta. O escritor catalão morreu esta quinta-feira em Los Angeles, cidade onde residia. Tinha 55 anos e lutava contra um cancro desde 2018.

"Hoje é um dia muito triste para toda a equipa da Planeta, que conheceu e trabalhou com o escritor durante 20 anos, durante os quais se forjou uma amizade que transcende o profissional", lê-se no comunicado. Zafón morreu, mas continuará muito vivo "através dos seus livros", conclui a editora.

Nascido em Barcelona a 25 de setembro de 1964, Carlos Ruiz Zafón, que se iniciou em 1992 no “estranho ofício de romancista”, como costumava dizer, conquistou o público e a crítica com “A Sombra do Vento”, finalista do Prémio de Romance Fernando Lara 2001 e do Prémio Llibreter 2002, eleito o Melhor Livro de 2002 pelos leitores do jornal La Vanguardia, traduzido para mais de 40 línguas e com mais de 6,5 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo desde o lançamento, em 2001.

Com "A Sombra do Vento", traduzido em mais de 40 línguas, Carlos Ruiz Zafón venceu também o prémio Correntes de Escritas/Casino da Póvoa de Varzim em 2006 e, numa mensagem de agradecimento na altura àquele prémio literário, dizia que o romance era "uma pequena carta de amor à arte da narrativa, ao ofício de criar e contar histórias, uma homenagem a quem as constrói palavra a palavra".

Em “O Jogo do Anjo” (2008), Zafón regressou ao cemitério dos livros esquecidos de “A Sombra do Vento” e vendeu nesse ano, só em Espanha, um milhão de exemplares. Mais tarde completaria a tetralogia com "O Prisioneiro do Céu" e "O Labirinto dos Espíritos".

Nascido em Barcelona, em 1964, foi educado num Colégio Jesuíta, cursou jornalismo, trabalhou em agências de publicidade e editou o primeiro romance, “O príncipe da neblina”, em 1993, tendo ganhado o Prémio juvenil Edebé.

O escritor vivia há mais de duas décadas em Los Angeles, Califórnia, onde escreveu romances e argumentos para cinema.

Em Portugal está publicada grande parte da obra do escritor catalão, incluindo ainda o romance "Marina" e os títulos "O Palácio da Meia-Noite" e "As Luzes de Setembro", também reunidos, juntamente com "O Príncipe da Neblina", na intitulada "Trilogia da Neblina", para leitores mais jovens.

Divulgações PNL

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Teresa Calçada sobre Concurso Imagens contra a Corrupção 2020

O Concurso desenvolve‐se no quadro dos objetivos gerais do Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) no domínio da prevenção da corrupção e das infrações conexas e deverá contribuir para: criar espaços de reflexão dentro da comunidade escolar sobre questões relacionadas com a corrupção, a ética e a cidadania; promover leituras e explorar textos de interesse para os alunos, no âmbito de temáticas relacionadas com o tema do concurso; estimular a imaginação, a criatividade e o espírito crítico dos alunos; levar os jovens a explorarem um conjunto articulado de saberes, da língua portuguesa às tecnologias e às artes, envolvendo-os com novas literacias.
in, PNL

Memórias

Chamamos memórias aquilo que queremos recordar, consciente ou inconscientemente, mas que no fundo, fazem parte da nossa identidade pessoal, que nos carateriza e nos estrutura o pensamento. A memória é uma espécie de pilar para formularmos a nossa vida.

Recordo-me perfeitamente da primeira vez que fui com o meu pai ao estádio do Porto ver o jogo de apresentação da equipa e lembro-me como se fosse hoje que ganhamos 2-1 ao Vila Real. Foi uma autêntica festa nas bancadas, porque havia jogadores novos, que por acaso tinham sido autores dos golos e então deixavam-me sempre na espectativa de que estes teriam sido um bom investimento para o clube. Recordo esse dia com a mesma emoção que senti no dia do jogo, pois era uma experiência completamente diferente, consegui sentir a vibração da claque a chamar pelos jogadores, a reclamar com eles e  o carinho com que os jogadores se despediam dos adeptos no final do jogo, independentemente de tudo.
 Até ao dia de hoje, quando me lembro deste episódio, sinto um ligeiro arrepio, pois apesar de ter sido um dia emocionante  ver o meu clube, nunca iriei esquecer que foi essencial ter a companhia do meu pai, a apoiar-me, a fazer-me feliz, e acima de tudo foi mais um de muitos momentos espetaculares com a família, e por isso, quando vou a estádios de futebol, ou simplesmente vejo futebol na televisão, lembro-me sempre desse dia com o meu pai e sinto o mesmo sentimento que senti há anos atrás.
Portanto, essa memória nunca irei esquecer porque faz parte da minha história, da minha personalidade e, no futuro, de certeza, irei contar esta memória às gerações seguintes.

Filipa Brito,  12º A